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Petroquímica

Suzano planeja captar R$ 200 milhões

29/10/2004 | 00h00

A Suzano Petroquímica espera captar cerca de R$ 200 milhões com a emissão primária e secundária de ações, numa operação anunciada nesta quinta-feira e prevista para acontecer até dezembro.
A empresa, que controla as participações do grupo Suzano no setor petroquímico, vem procurando aumentar a liquidez dos papéis, simplificar a estrutura societária e alavancar recursos para futuros investimentos.
Hoje, 18% das ações da companhia estão nas mãos dos investidores e a perspectiva é alcançar um volume da ações no mercado de 25% a 30%, disse o diretor financeiro e de relações com investidores da Suzano Holding, João Nogueira Batista.
A holding do grupo Suzano e o fundo de pensão do Banco do Brasil (Previ), acionistas da Suzano Petroquímica, farão uma oferta secundária de 22,5 milhões de ações preferenciais, o equivalente a 10,2% do capital total e 18,2% das preferenciais. A emissão primária será de 5,5 milhões de ações preferenciais que reforçará o caixa da empresa.
Os bancos Itaú BBA e Pactual coordenam a operação e terão uma opção de um lote de até 4,2 milhões de ações preferenciais. A empresa buscará pulverizar a oferta para os investidores.
A oferta também servirá para reforçar o caixa do grupo Suzano, que também atua na área de papel e celulose. A empresa já se candidatou a participar dos projetos de expansão do setor petroquímico, como o pólo gás-químico na fronteira da Bolívia, a unidade de polipropileno em São Paulo e uma futura expansão da Rio Polímeros, que entra em operação em 2005.
Na opinião de Nogueira Batista, a iniciativa da Unipar, que levará à Petrobras uma nova proposta de expansão da Petroquímica União (PQU), a central de matéria-prima de São Paulo, é positiva. "Só reforça a convicção de que o setor está em crescimento", disse. A Suzano é acionista, por meio da Polibrasil, da PQU. "Nosso foco é na região Sudeste, mas nada impede que avaliemos outros projetos se tiverem taxas de retorno adequadas", disse.
O vice-presidente de relações institucionais da Braskem, Alexandrino de Alencar, também avalia como positiva a iniciativa da Unipar demonstrando uma movimentação das empresas petroquímicas. "É um setor altamente competitivo que projeta um enorme crescimento", disse. "Estamos em um novo ciclo de investimentos e cada grupo tem seu projeto de interesse". Mas acrescentou: "É preciso ter escala de produção."



Fonte: Valor Econômico
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