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Petroquímica

Suzano aposta no aquecimento da construção civil

07/05/2007 | 00h00

O aquecimento do mercado de construção civil é visto pela Suzano Petroquímica como a oportunidade para aumentar suas vendas ao setor, hoje correspondentes a 6% da produção de polipropileno anual da companhia, de 557 mil toneladas em 2006. A empresa importou dos mercados americano e europeu tecnologia que será utilizada na produção de tubos para a condução de água quente, que são utilizados em instalações prediais, sistemas para o transporte de líquidos agressivos e piso irradiante.  A inovação tem sido das prioridades na estratégia de ampliação de mercado da Suzano, que aplica 1,5% do faturamento anual em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos.

Segundo a empresa, a resina é opção ao cobre, já que sua instalação é 20% mais barata. O custo do cobre por tonelada é de US$ 6,2 mil, contra US$ 2,3 mil a tonelada do polipropileno. O cobre é líder entre os materiais que compõem os tubos para a condução de água quente. O PP e o PVC têm cada fatia de 15% do mercado. O gerente de marketing da Suzano, Sinclair Fittipaldi, disse que a Suzano é a primeira empresa brasileira a fornecer a resina para o chamado tubo verde. A meta, já a partir do primeiro ano, é de atingir a comercialização de 15 mil toneladas/ano entre o mercado interno e externo, o que elevará as vendas de resinas para construção civil para 48 mil toneladas. A produção da resina se concentra na planta da companhia em Mauá, São Paulo.

A Suzano conta com cerca de 150 projetos para novos mercados, desenvolvidos em seu Centro de Tecnologia, localizado em Mauá, grande São Paulo. Em 2006, a Suzano Petroquímica registrou sua primeira patente em nanotecnologia.

"O trabalho da companhia no desenvolvimento de inovações reforça a estratégia da Suzano na busca por novos mercados para o polipropileno, através de produtos que agreguem valor para a cadeia de transformação de plásticos", afirmou o executivo.



Fonte: Jornal do Commercio
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