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PD&I

Supercomputador Santos Dumont opera com 51 projetos científicos e tecnológicos no LNCC, em Petrópolis (RJ)

06/12/2016 | 12h03

Acessível à comunidade científica desde julho, o supercomputador Santos Dumont atende a instituições de todo o Brasil, em diversas áreas do conhecimento, como astronomia, ciência da computação, ciências agrárias, biológicas, da saúde, dos materiais e sociais, engenharias, física, geociências, matemática, meteorologia e química. A plataforma é petaflópica, ou seja, tem capacidade para realizar mais de 1 quatrilhão de operações matemáticas por segundo.

O supercomputador Santos Dumont (SDumont) está em pleno funcionamento no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações em Petrópolis (RJ). Segundo o LNCC, a máquina está operando com 51 projetos científicos e tecnológicos de instituições de pesquisa de todas as regiões do Brasil. As pesquisas se distribuem por áreas do conhecimento como astronomia, ciência da computação, ciências agrárias, biológicas, da saúde, dos materiais e sociais, engenharias, física, geociências, matemática, meteorologia e química.

Considerado o supercomputador mais rápido da América Latina, o SDumont chegou ao Brasil em 2015, de navio, e logo ocupou três das seis posições brasileiras no ranking semestral do site Top500, lista das máquinas mais velozes do mundo. A plataforma é petaflópica, ou seja, tem capacidade para realizar mais de 1 quatrilhão de operações matemáticas por segundo.

O SDumont está acessível desde julho à comunidade científica e tecnológica. Qualquer pesquisador vinculado a uma instituição brasileira, com um problema relevante que demande processamento de alto desempenho, pode submeter propostas para utilizar seus recursos computacionais. Os projetos devem demonstrar a excelência científica e a relevância da demanda, ao explicitar os aspectos de inovação e o impacto científico esperado. A identificação de possíveis aplicações práticas resultantes do trabalho também é desejável.

Hoje, o SDumont representa o "nó" principal do Sistema Nacional de Processamento de Alto Desempenho (Sinapad), circuito de centros de computação distribuídos pelo Brasil e coordenado pelo LNCC, com apoio da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).

Acima dos dois contêineres unificados que formam o aparato, a cobertura física remete ao chapéu-panamá do aviador Alberto Santos Dumont, homenageado pelo nome do supercomputador.

A supercomputação possibilita avanços em diversas áreas, como aeronáutica, bioinformática, farmacologia, meteorologia, nanotecnologia, petróleo e gás e segurança cibernética. O sistema deve aperfeiçoar, ainda, serviços de alerta de desastres naturais, análise de riscos financeiros, educação, governo eletrônico e saúde. Em pesquisa básica, as aplicações envolvem, por exemplo, a simulação de modelos cosmológicos de expansão do universo e a modelagem de cenários climáticos a serem gerados pelo aquecimento global.



Fonte: Redação/Assessoria
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