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Internacional

SunEdison e CAP construirão usina fotovoltaica de 100 MW

01/02/2013 | 11h54

 

A SunEdison, líder em serviços de energia solar e subsidiária da MEMC Electronic Materials, assinou um contrato com o grupo chileno de metalurgia e mineração, CAP, para a construção do que se espera ser a maior usina solar fotovoltaica da América Latina e uma das maiores do mundo. A usina é projetada para ter uma capacidade instalada de 100 MW (DC) e ficará localizada no Deserto do Atacama, Chile. Estima-se que a usina produzirá cerca de 15% da demanda energética do grupo de mineração. O CAP é o maior grupo minerador do Chile, produtor de minério de ferro, aço e processamento de aço.
Pacho Pérez, gerente geral da SunEdison para a região EMEA, América Latina e Norte da Ásia diz que “estamos muito satisfeitos em acrescentar o grupo CAP ao nosso portfólio de clientes. Trabalhamos para entregar uma solução inovadora para eles, projetada para reduzir seus custos e obter até 15% de seu abastecimento de eletricidade a partir de energia limpa”. Pérez acrescentou ainda que “esta iniciativa consolida nossa posição de liderança como produtora de energia solar no Chile e em toda a América Latina”.
De acordo com Jaime Charles, CEO do grupo CAP, “este contrato serve para reafirmar o compromisso do grupo com a inovação e o desenvolvimento sustentável do Chile, usando tecnologia de última geração para alcançar os objetivos de energia renovável estabelecidos pelo governo chileno. O histórico da SunEdison e seu comprometimento com projetos de longo prazo foram fatores fundamentais na escolha  da empresa como nossa parceira para esta iniciativa”.
A usina será construída com o uso da tecnologia da SunEdison. Serão instalados mais de 300.000 módulos de silicone monocristalino da Silvantis™, feitos de material não tóxico e não poluente que pode ser reciclado ao final de sua vida útil, com  “trackers” solares projetados  pela SunEdison, e que serão produzidos com aço fabricado pela CAP.
Uma vez concluído, o projeto será gerenciado pelo Centro de Operações Renováveis da SunEdison (ROC). Com unidades em Belmont, Califórnia, Madri - Espanha e em Chennai - Índia, o ROC fornece serviços de gestão e monitoramento em tempo integral a um portfólio global de instalações de painéis em telhados e plantas de utilidade, incluindo aqueles de propriedade e operados pela SunEdison e por terceiros. Os serviços de gestão de recursos do ROC são estruturados para ajudar os produtores de energia a alcançarem o máximo retorno do investimento através da  maximização da eficiência da usina.
A SunEdison foi classificada como uma das líderes no fornecimento de energia solar em 2012. Até setembro de 2012, a empresa já havia interconectado mais de 850MW de energia solar em todo o mundo, e possui a combinação única de inovação na cadeia produtiva, o desenvolvimento de produto e a gestão contínua de serviços e ativos. A SunEdison opera na América Latina desde 2010 com escritórios no Chile, Brasil e México.
Durante o primeiro ano de operações, a expectativa é de que a usina possa gerar 270GWh de energia limpa, evitando a emissão de mais de 135.000 toneladas de CO2/ano na atmosfera, o que equivale à retirada de mais de 30.000 automóveis de circulação.

A SunEdison, líder em serviços de energia solar e subsidiária da MEMC Electronic Materials, assinou um contrato com o grupo chileno de metalurgia e mineração, CAP, para a construção do que se espera ser a maior usina solar fotovoltaica da América Latina e uma das maiores do mundo. A usina é projetada para ter uma capacidade instalada de 100 MW (DC) e ficará localizada no Deserto do Atacama, Chile. Estima-se que a usina produzirá cerca de 15% da demanda energética do grupo de mineração. O CAP é o maior grupo minerador do Chile, produtor de minério de ferro, aço e processamento de aço.


Pacho Pérez, gerente geral da SunEdison para a região EMEA, América Latina e Norte da Ásia diz que “estamos muito satisfeitos em acrescentar o grupo CAP ao nosso portfólio de clientes. Trabalhamos para entregar uma solução inovadora para eles, projetada para reduzir seus custos e obter até 15% de seu abastecimento de eletricidade a partir de energia limpa”. Pérez acrescentou ainda que “esta iniciativa consolida nossa posição de liderança como produtora de energia solar no Chile e em toda a América Latina”.


De acordo com Jaime Charles, CEO do grupo CAP, “este contrato serve para reafirmar o compromisso do grupo com a inovação e o desenvolvimento sustentável do Chile, usando tecnologia de última geração para alcançar os objetivos de energia renovável estabelecidos pelo governo chileno. O histórico da SunEdison e seu comprometimento com projetos de longo prazo foram fatores fundamentais na escolha  da empresa como nossa parceira para esta iniciativa”.


A usina será construída com o uso da tecnologia da SunEdison. Serão instalados mais de 300.000 módulos de silicone monocristalino da Silvantis™, feitos de material não tóxico e não poluente que pode ser reciclado ao final de sua vida útil, com  “trackers” solares projetados  pela SunEdison, e que serão produzidos com aço fabricado pela CAP.


Uma vez concluído, o projeto será gerenciado pelo Centro de Operações Renováveis da SunEdison (ROC). Com unidades em Belmont, Califórnia, Madri - Espanha e em Chennai - Índia, o ROC fornece serviços de gestão e monitoramento em tempo integral a um portfólio global de instalações de painéis em telhados e plantas de utilidade, incluindo aqueles de propriedade e operados pela SunEdison e por terceiros. Os serviços de gestão de recursos do ROC são estruturados para ajudar os produtores de energia a alcançarem o máximo retorno do investimento através da  maximização da eficiência da usina.


A SunEdison foi classificada como uma das líderes no fornecimento de energia solar em 2012. Até setembro de 2012, a empresa já havia interconectado mais de 850MW de energia solar em todo o mundo, e possui a combinação única de inovação na cadeia produtiva, o desenvolvimento de produto e a gestão contínua de serviços e ativos. A SunEdison opera na América Latina desde 2010 com escritórios no Chile, Brasil e México.


Durante o primeiro ano de operações, a expectativa é de que a usina possa gerar 270GWh de energia limpa, evitando a emissão de mais de 135.000 toneladas de CO2/ano na atmosfera, o que equivale à retirada de mais de 30.000 automóveis de circulação.

 



Fonte: Redação
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