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Gás

Sulgás vai certificar instaladoras de GNV

29/07/2011 | 09h53
A expansão da frota gaúcha de veículos leves movidos a Gás Natural Veicular (GNV) dos atuais 1,2% para 5% é a meta da Sulgás, empresa fornecedora do combustível. Como forma de aumentar a confiança dos consumidores no sistema, a companhia estadual lançou ontem no Rio Grande do Sul o programa Instaladora GNV Nota 10.
 

Esta iniciativa de certificação das oficinas que fazem a conversão dos veículos foi criada em 2002 a partir de uma parceria do Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGAS-ER, com sede em Natal, RN) com a Petrobras e implantada desde 2007 em São Paulo.
 

O objetivo é certificar as 45 empresas instaladoras que operam no Estado, contudo a participação depende de adesão voluntária das empresas. Uma vez no programa, que começa já em agosto, as oficinas serão auditadas pelo braço gaúcho do CTGAS-ER, que funciona em parceria com o Senai de Esteio. A auditoria irá avaliar aspectos administrativos (gerenciais e de recursos humanos) e fará uma análise técnica das atividades práticas. Os profissionais serão, então, encaminhados para um treinamento no Senai. Segundo o engenheiro José Nunes Filho, responsável pelo projeto dentro do CTGAS-ER, o objetivo é dar o conhecimento necessário para que o nível médio da qualidade dos serviços aumente.
 

“O consumidor terá a tranquilidade de ter aplicado em seu carro os equipamentos mais compatíveis e de maior tecnologia, o que garante melhor desempenho e maior segurança”, disse Nunes. As empresas certificadas passarão por avaliações de acompanhamento, que incluirão o monitoramento dos trabalhos e a inspeção, em oficinas do Senai, de uma amostragem dos veículos convertidos. O selo de qualidade deverá ser renovado anualmente e, em caso de falhas, poderá ser retirado a qualquer momento.
 

“Ao criar um programa dessa natureza não estamos impondo ônus ou encargos, mas dando a oportunidade de as empresas avançarem no processo de seleção que já vem sendo verificado pelo mercado. Entendemos que qualquer erro é prejudicial não só para a oficina diretamente envolvida, mas para toda a cadeia do gás natural veicular. Quanto mais qualificados e certificados forem os prestadores de serviços, mais consumidores serão atraídos”, afirmou o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque.
 

O secretário explicou que, apesar de o Estado negociar o aumento da chegada de gás ou o processamento do combustível em uma planta local (para possibilitar a expansão do mercado da Sulgás), o volume de gás natural recebido atualmente via gasoduto Brasil-Bolívia é suficiente para que se atenda 5% da frota de veículos leves. O secretário espera que a expansão do fornecimento de GNV para o Rio Grande do Sul entre nos planos da Petrobras “no curto prazo”. Ele apontou, ainda, que o projeto de instalação de uma regaseificadora privada em Rio Grande - que teria a Shell como fornecedora - está em processo de licenciamento ambiental e de definição de área de instalação. Esta estrutura, além de fazer o processo de transformação do gás liquefeito em gás combustível, deverá englobar uma usina térmica e fornecer gás natural para a Metade Sul.



Fonte: Jornal do Commercio (RS)
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