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Evento

Sul do país ainda não tem solução para demanda de gás

13/05/2013 | 12h27

 

O Fórum Industrial do Sul promoveu na última sexta-feira (10) o seminário “Perspectivas do Gás Natural para o Sul do Brasil”, com o objetivo de apresentar ao segmento industrial dos três estados do Sul o panorama do setor e direcionamento das políticas de gás natural para a região. Segundo estudo realizado pelo Grupo de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a demanda atual de gás dos três estados é de mais de 10 milhões de metros cúbicos diários. Até 2030 essa demanda aumentará para 34 milhões, o que torna urgente a ampliação imediata da cota de suprimento para a região.
O presidente da Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGÁS), Cósme Polese, citou a construção de uma via de transporte para o continente do gás extraído dos Campos de Tiro e Sidon, operados pela Petrobras, e distantes 200 km da costa catarinense. Diariamente um volume aproximado a dois milhões de metros cúbicos - equivalente ao total do que é distribuído no estado - é queimado ou reinserido nos campos. “Enquanto isso, nós já estamos recusando contratos devido à escassez de suprimento. A situação é constrangedora. Estamos na eminência de enfrentar um apagão de gás na região Sul, sob a pena de vermos restrições graves ao desenvolvimento do país por falta de infraestrutura e investimento no setor”, alertou.
Ao comentar o panorama das demandas por gás no Brasil, o Secretário Executivo do MME Marco Pereira Zimmermann destacou que a Indústria da Região Sul reúne as melhores culturas no panorama nacional, e reconheceu que a sua demanda pelo insumo é superior à oferta, dependendo dos investimentos do governo em infraestrutura de prospecção e transporte para se viabilizarem. Sobre os investimentos do MME, Zimmerman anunciou para o segundo semestre a divulgação do Plano de Expansão de Malha e Estudos de Expansão (PEMAT) do Ministério, que definirá os investimentos do governo no setor de gás natural. Revelou, ainda, que a Tractebel Energia já está estudando a viabilidade da implantação de um Terminal de Regaseificação de GNL no Porto de São Francisco do Sul. "O GNL é uma forma de aumentar rapidamente a oferta, mas os preços do mercado internacional ainda são pouco competitivos. A nossa prioridade é o mercado onshore, que já tem rodada de licitações marcada para outubro", pontuou.
Representante da Petrobras no evento, o Gerente Geral de Marketing, Carlos Augusto Arentz Pereira, reconheceu que as soluções para o sul do Brasil são de alta complexidade e que a estatal aguarda as determinações do PEMAT para definir suas ações no segmento de gás natural. Disse, ainda, que o mercado está aberto para a atuação de novos players do setor privado.
Estiveram presentes no evento os presidentes da Federação das Indústrias do Paraná, Edson Luiz Campagnolo, de Santa Catarina, Glauco José Côrte e Rio Grande do Sul, Heitor José Müller. Além dos presidentes da SCGÁS e da Sulgás e representante da Compagás, e o Secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, o catarinense Marco Pereira Zimmermann.

O Fórum Industrial do Sul promoveu na última sexta-feira (10) o seminário “Perspectivas do Gás Natural para o Sul do Brasil”, com o objetivo de apresentar ao segmento industrial dos três estados do Sul o panorama do setor e direcionamento das políticas de gás natural para a região. Segundo estudo realizado pelo Grupo de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a demanda atual de gás dos três estados é de mais de 10 milhões de metros cúbicos diários. Até 2030 essa demanda aumentará para 34 milhões, o que torna urgente a ampliação imediata da cota de suprimento para a região.


O presidente da Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGÁS), Cósme Polese, citou a construção de uma via de transporte para o continente do gás extraído dos Campos de Tiro e Sidon, operados pela Petrobras, e distantes 200 km da costa catarinense. Diariamente um volume aproximado a dois milhões de metros cúbicos - equivalente ao total do que é distribuído no estado - é queimado ou reinserido nos campos. “Enquanto isso, nós já estamos recusando contratos devido à escassez de suprimento. A situação é constrangedora. Estamos na eminência de enfrentar um apagão de gás na região Sul, sob a pena de vermos restrições graves ao desenvolvimento do país por falta de infraestrutura e investimento no setor”, alertou.


Ao comentar o panorama das demandas por gás no Brasil, o Secretário Executivo do MME Marco Pereira Zimmermann destacou que a Indústria da Região Sul reúne as melhores culturas no panorama nacional, e reconheceu que a sua demanda pelo insumo é superior à oferta, dependendo dos investimentos do governo em infraestrutura de prospecção e transporte para se viabilizarem. Sobre os investimentos do MME, Zimmerman anunciou para o segundo semestre a divulgação do Plano de Expansão de Malha e Estudos de Expansão (PEMAT) do Ministério, que definirá os investimentos do governo no setor de gás natural. Revelou, ainda, que a Tractebel Energia já está estudando a viabilidade da implantação de um Terminal de Regaseificação de GNL no Porto de São Francisco do Sul. "O GNL é uma forma de aumentar rapidamente a oferta, mas os preços do mercado internacional ainda são pouco competitivos. A nossa prioridade é o mercado onshore, que já tem rodada de licitações marcada para outubro", pontuou.

 

Representante da Petrobras, o gerente geral de Marketing, Carlos Augusto Arentz Pereira, reconheceu que as soluções para o sul do Brasil são de alta complexidade e que a estatal aguarda as determinações do PEMAT para definir suas ações no segmento de gás natural. Disse, ainda, que o mercado está aberto para a atuação de novos players do setor privado.


Estiveram presentes no evento os presidentes da Federação das Indústrias do Paraná, Edson Luiz Campagnolo, de Santa Catarina, Glauco José Côrte e Rio Grande do Sul, Heitor José Müller. Além dos presidentes da SCGÁS e da Sulgás e representante da Compagás, e o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, o catarinense Marco Pereira Zimmermann.



Fonte: Ascom SCGás
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