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1º Leilão do Pré-Sal

Sucesso maior que esse do leilão é difícil de imaginar, diz ANP

21/10/2013 | 19h00
Sucesso maior que esse do leilão é difícil de imaginar, diz ANP
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Sucesso maior que esse do leilão é difícil de imaginar, diz ANP
O consórcio vencedor têm alta capacidade técnica e financeira e reúne cinco empresas que estão entre as maiores em valor de mercado do mundo. Sucesso maior era difícil de se imaginar. A afirmação foi dada pela diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Magda Chambriard, após a conclusão do leilão de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. 
Magda Chambriard, afirmou que a licitação é uma excelente oportunidade de aceleração do desenvolvimento industrial do país e do crescimento dos níveis de emprego e renda no país. “Serão aplicados 75% dos royalties do pré-sal na Educação e 25% na Saúde. E estimamos que apenas Libra seja capaz de gerar cerca de R$ 300 bilhões em royalties ao longo de 30 anos de produção”, frisou a diretora-geral da Agência. 
A diretora da agência revelou que as empresas Mitsui e Petronas não depositaram na agência as garantias para participar do leilão. Ela comentou ainda que a petrolífera britânica BP demonstrou interesse em participar, mas declinou devido ao peso das multas em decorrência do vazamento no campo de Macondo em 2010, no Golfo do México, o que tornaria muito dispendioso participar de Libra, dado o tamanho do investimento necessário.
Para o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a exploração de Libra dá início a um novo tempo no Brasil. “Libra será um divisor de águas entre o passado e o futuro do setor de petróleo no país”, destacou o ministro. A licitação do bloco de Libra é a primeira experiência do Brasil no regime de partilha da produção. A área está localizada na Bacia de Santos a cerca de 170 km do litoral do estado do Rio de Janeiro e tem cerca de 1.500 km2.
Próximos leilões
Chambriard apontou que serão necessários de dois a três anos para os próximos leilões do pré-sal. “O tamanho de Libra e a quantidade de recursos e equipamentos necessários para o campo inviabilizam outra rodada de pré-sal no ano que vem”, explicou.
O ministro Lobão indicou ainda que há possibilidade de realização da 13ª rodada de licitações em 2014 e informou que o governo não considera mudança de operador único para os próximos leilões.

O consórcio vencedor têm alta capacidade técnica e financeira e reúne cinco empresas que estão entre as maiores em valor de mercado do mundo. Sucesso maior era difícil de se imaginar. A afirmação foi dada pela diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, após a conclusão do leilão de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. 


Magda Chambriard, afirmou que a licitação é uma excelente oportunidade de aceleração do desenvolvimento industrial do país e do crescimento dos níveis de emprego e renda no país. “Serão aplicados 75% dos royalties do pré-sal na Educação e 25% na Saúde. E estimamos que apenas Libra seja capaz de gerar cerca de R$ 300 bilhões em royalties ao longo de 30 anos de produção”, frisou a diretora-geral da ANP. 

A diretora da agência revelou que as empresas Mitsui e Petronas não depositaram na agência as garantias para participar do leilão. Ela comentou ainda que a petrolífera britânica British Petroleum (BP) demonstrou interesse em participar, mas declinou devido ao peso das multas em decorrência do vazamento no campo de Macondo em 2010, no Golfo do México, o que tornaria muito dispendioso participar de Libra, dado o tamanho do investimento necessário.

Para o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a exploração de Libra dá início a um novo tempo no Brasil. “Libra será um divisor de águas entre o passado e o futuro do setor de petróleo no país”, destacou o ministro. A licitação do bloco de Libra é a primeira experiência do Brasil no regime de partilha da produção. A área está localizada na Bacia de Santos a cerca de 170 km do litoral do estado do Rio de Janeiro e tem cerca de 1.500 km².

Próximos leilões

Chambriard apontou que serão necessários de dois a três anos para os próximos leilões do pré-sal. “O tamanho de Libra e a quantidade de recursos e equipamentos necessários para o campo inviabilizam outra rodada de pré-sal no ano que vem”, explicou.

O ministro Lobão indicou ainda que há possibilidade de realização da 13ª rodada de licitações em 2014 e informou que o governo não considera mudança de operador único para os próximos leilões.

 

*Na foto (da esquerda para a direita), o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão; a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard; e o diretor da ANP, Helder Queiroz, durante coletiva de imprensa.



Fonte: Redação TN/ Maria Fernanda Romero
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