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Eletricidade

Subestações construídas para a copa poderão evitar quedas de energia no DF

06/11/2012 | 10h04

 

A construção de subestações de energia, localizadas próximas a áreas estratégicas para os jogos da Copa das Confederações, em 2013, e da Copa do Mundo de 2014, em Brasília, poderão evitar as frequentes quedas de energia pelas quais passa a capital federal. A expectativa do Governo do Distrito Federal (GDF) é que os benefícios das subestações a serem instaladas perto do Estádio Nacional de Brasília e do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, sejam estendidos e ajudem a desafogar o fornecimento de energia em outras localidades.
Só com a subestação que será construída nos arredores do estádio, que ficará pronta em abril do ano que vem, o GDF espera garantir o fornecimento de energia em toda a área central da cidade, contemplando, entre outros, os setores Hospitalar, Hoteleiro, o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Parque da Cidade, a Esplanada dos Ministérios e o Sudoeste.
A estimativa é de que a subestação, que já está 30% concluída, custe R$ 19 milhões. Os equipamentos importados da Coreia do Sul e da Alemanha são financiados pela proprietária do estádio, a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap). Apesar de a obra usar 30 cabos de energia, apenas dois serão necessários para abastecer o estádio.
Para ajudar na alimentação da carga, o estádio contará com mais dois pontos de alimentação (as subestações Brasília Centro e Sudoeste), e com duas fontes de energia (Sistema Interligado Nacional e Corumbá 3 e 4). A arena contará, ainda, com gerador e energia solar.
Já o aeroporto será beneficiado com a construção da Subestação Hípica, localizada em suas proximidades. O terminal é alimentado, atualmente, pela Subestação do Núcleo Bandeirante, que está sobrecarregada. Com a nova subestação, moradores do Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo e Lago Sul também serão beneficiados.

A construção de subestações de energia, localizadas próximas a áreas estratégicas para os jogos da Copa das Confederações, em 2013, e da Copa do Mundo de 2014, em Brasília, poderão evitar as frequentes quedas de energia pelas quais passa a capital federal. A expectativa do Governo do Distrito Federal (GDF) é que os benefícios das subestações a serem instaladas perto do Estádio Nacional de Brasília e do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, sejam estendidos e ajudem a desafogar o fornecimento de energia em outras localidades.


Só com a subestação que será construída nos arredores do estádio, que ficará pronta em abril do ano que vem, o GDF espera garantir o fornecimento de energia em toda a área central da cidade, contemplando, entre outros, os setores Hospitalar, Hoteleiro, o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Parque da Cidade, a Esplanada dos Ministérios e o Sudoeste.


A estimativa é de que a subestação, que já está 30% concluída, custe R$ 19 milhões. Os equipamentos importados da Coreia do Sul e da Alemanha são financiados pela proprietária do estádio, a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap). Apesar de a obra usar 30 cabos de energia, apenas dois serão necessários para abastecer o estádio.


Para ajudar na alimentação da carga, o estádio contará com mais dois pontos de alimentação (as subestações Brasília Centro e Sudoeste), e com duas fontes de energia (Sistema Interligado Nacional e Corumbá 3 e 4). A arena contará, ainda, com gerador e energia solar.


Já o aeroporto será beneficiado com a construção da Subestação Hípica, localizada em suas proximidades. O terminal é alimentado, atualmente, pela Subestação do Núcleo Bandeirante, que está sobrecarregada. Com a nova subestação, moradores do Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo e Lago Sul também serão beneficiados.

 



Fonte: Agência Brasil
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