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Decisão

STJ autoriza Transocean a retomar operação no Brasil

02/10/2012 | 09h39
STJ autoriza Transocean a retomar operação no Brasil
Plataforma Sedco 706, da Transocean Brasil Plataforma Sedco 706, da Transocean Brasil

 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou a retomada das operações da empresa petrolífera Transocean, impedida de atuar no país desde o acidente que resultou no vazamento de 3,7 mil barris de petróleo, na Bacia de Campos, em 2011. O tribunal acolheu recurso da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A medida reverteu decisão liminar do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). No entendimento da ANP e também da Advocacia-Geral da União (AGU), a liminar poderia causar graves lesões à segurança e à economia públicas. A decisão do STJ foi tomada na última sexta-feira (28), mas as informações foram divulgadas somente na segunda (1º) pela ANP.
“No caso da Transocean, empresa especializada na operação de sondas, a paralisação total das suas atividades no Brasil causaria uma enorme interferência no setor de petróleo. No relatório de investigação da ANP, ficou claro que a Transocean não teve culpa no acidente”, diz trecho da nota.
O acidente envolvendo a Transocean, que perfurava para a Chevron, ocorreu no Campo de Frade, em 2011. As duas empresas tinham sido proibidas de operar no país. A Chevron continua suspensa, podendo apenas executar atividades de mitigação de danos, sob a supervisão da ANP.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou a retomada das operações da empresa petrolífera Transocean, impedida de atuar no país desde o acidente que resultou no vazamento de 3,7 mil barris de petróleo, na Bacia de Campos, em 2011. O tribunal acolheu recurso da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).


A medida reverteu decisão liminar do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). No entendimento da ANP e também da Advocacia-Geral da União (AGU), a liminar poderia causar graves lesões à segurança e à economia públicas. A decisão do STJ foi tomada na última sexta-feira (28), mas as informações foram divulgadas somente na segunda (1º) pela ANP.


“No caso da Transocean, empresa especializada na operação de sondas, a paralisação total das suas atividades no Brasil causaria uma enorme interferência no setor de petróleo. No relatório de investigação da ANP, ficou claro que a Transocean não teve culpa no acidente”, diz trecho da nota.


O acidente envolvendo a Transocean, que perfurava para a Chevron, ocorreu no Campo de Frade, em 2011. As duas empresas tinham sido proibidas de operar no país. A Chevron continua suspensa, podendo apenas executar atividades de mitigação de danos, sob a supervisão da ANP.



Fonte: Agência Brasil
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