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Biodiesel

Stephanes: País busca mais matéria-prima para biodiesel

13/09/2007 | 00h00
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse hoje que a meta do governo, de adição de 5% de biodiesel ao diesel, pode ser antecipada. O cronograma inicial previa a adição em 2012. O ministro disse, no entanto, que é um desafio para o Brasil encontrar matérias-primas que permitam o incremento da produção de biodiesel. Ele ressaltou que a alta dos preços da soja no mercado externo inviabilizou a produção do combustível a partir da oleaginosa. Exemplificou dizendo que um hectare de cana-de-açúcar permite produzir 12 mil litros de álcool, enquanto o rendimento do biodiesel na mesma área é muito inferior. No caso da mamona, o rendimento é de mil litros por hectare e, o dendê, que é a matéria-prima mais viável para a produção de biodiesel, tem rendimento de até 6 mil litros por hectare. O problema dessa matéria-prima, segundo o ministro, é que ela só se adapta em algumas regiões do País, principalmente na Amazônia. Na Bahia, as plantas de dendê têm acidez acima do desejado para a produção de biodiesel.

Ele também citou como outra planta "promissora" o pinhão manso. Ele disse que há 12 variedades de pinhão manso no Brasil, mas que elas não são "domesticadas", por isso a produção em escala comercial depende de pesquisas que podem levar de cinco a dez anos.

Brasil e China.O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, afirmou ontem, após participar de audiência pública na Câmara dos Deputados, que o Brasil deve firmar com a China um protocolo de entendimentos para venda de carne bovina brasileira para o mercado asiático. Uma missão de técnicos do Departamento de Administração Estatal de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena (AESQIQ) deve chegar ao Brasil neste ano para vistoriar as condições sanitárias dos abatedouros e dos centros de processamento. Problemas sanitários impedem a exportação de carne bovina para a China. O governo chinês só reconheceu há pouco tempo que estados livres de febre aftosa podem exportar carne. Até então, os chineses não faziam distinção entre os estados em termos sanitários, ou seja, a ocorrência de um foco em determinado estado inviabilizava as vendas do restante do País.

Fonte: Jornal do Commercio/RJ

Fonte: Jornal do Commercio/
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