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OTC Brasil 2013

Statoil: tecnologias utilizadas no país são estratégicas para a companhia

29/10/2013 | 12h58

 

O vice-presidente de Produção da Statoil para a América Latina, e presidente da Statoil Brasil, Thore Kristiansen, focou sua palestra no desenvolvimento e aprendizado da empresa com o campo de Peregrino - na Bacia de Campos. Durante a sua palestra, cujo o tema foi "Criar valor com competência e tecnologia", o executivo voltou a afirmar que o Brasil é uma área estratégica para a empresa, e que seus ativos globais apresentaram crescimento anual de produção de 21% - desde 2001.
"Peregrino é um de nossos ativos mais importantes, pelo qual desembolsamos US$ 1.8 bilhões", disse Kristiansen. Atualmente o campo possui 40 poços horizontais longos, e produção de 100 mil barris de petróleo pesado por dia.
Segundo o executivo, as ações conjuntas com a Petrobras são estratégicas, já que a meta da empresa é manter uma "grande base de pesquisa no país". "O óleo que extraimos desse campo é tão viscoso que, se enchermos um copo e virarmos ele de cabeça para baixo, ele demorará cerca de 25 minutos para atingir o chão", explicou Kristiansen, afirmando que a tecnologia utilizada agrega a experiência adquirida na Noruega. "Injetamos 50% de água nos poços, para ajudar a extrair o óleo".
O presidente da Statoil Brasil também anunciou que a empresa já programa a segunda fase de Peregrino. "O campo alcançou produção de 1.7 milhões de barris, e recentemente fizemos uma grande descoberta na área sudeste, o que demandará uma nova plataforma", afirmou.
Espírito Santo
Depois de entrar com Sucesso na Bacia de Campos, a Statoil mira seus investimentos na Bacia do Espírito Santo. Das seis licenças concedidas à Statoil nesta bacia -  blocos vencidos pela Statoil na 11ª Rodada de Licitações - a companhia é operadora em quatro blocos e parceira em outros dois.
Essas concessões praticamente dobraram o portfolio atual da Statoil no país, composto de sete blocos offshore (dois dos quais na bacia do Espírito Santo), e acrescentam 4.328km² de novas áreas exploratórias.

O presidente da Statoil Brasil e vice-presidente de Produção para a América Latina, Thore Kristiansen, destacou o desenvolvimento e aprendizado da empresa no campo de Peregrino - na Bacia de Campos. Durante a sua palestra, cujo o tema foi "Criar valor com competência e tecnologia", o executivo voltou a afirmar que o Brasil é uma área estratégica para a empresa, e que seus ativos globais apresentaram crescimento anual de produção de 21% - desde 2001.

"Peregrino é um de nossos ativos mais importantes, pelo qual desembolsamos US$ 1.8 bilhões", disse Kristiansen. Atualmente o campo possui 40 poços horizontais que produzem 100 mil barris de petróleo pesado por dia.

Segundo o executivo, as ações conjuntas com a Petrobras são muito importantes, já que a meta da empresa é manter uma grande base de pesquisa no país. "O óleo que extraimos desse campo é tão viscoso que, se enchermos um copo e virarmos ele de cabeça para baixo, ele demorará mais de 10 minutos para atingir o chão", afirmou Kristiansen, afirmando que a tecnologia utilizada agrega a experiência adquirida na Noruega. "Injetamos 50% de água nos poços, para ajudar a extrair o óleo".

O presidente da Statoil Brasil também anunciou que a empresa já programa a segunda fase de Peregrino. "O campo alcançou produção de 1.7 milhões de barris, e recentemente fizemos uma grande descoberta na área sudeste, o que demandará uma nova plataforma", afirmou.


Espírito Santo

Depois de entrar com Sucesso na Bacia de Campos, a Statoil mira seus investimentos na Bacia do Espírito Santo. Das seis licenças concedidas à Statoil nesta bacia -  blocos vencidos pela Statoil na 11ª Rodada de Licitações - a companhia é operadora em quatro blocos e parceira em outros dois.

Essas concessões praticamente dobraram o portfolio atual da Statoil no país, composto de sete blocos offshore (dois dos quais na bacia do Espírito Santo), e acrescentam 4.328km² de novas áreas exploratórias.

 

Sustentabilidade da indústria

O presidente da Barra Energia, e também do World Petroleum Concil (Conselho Mundial de Petróleo), Renato Bertani, ministrou a palestra "Indústria do Petróleo a longo prazo". Segundo o executivo, desde 2000 o mundo consumiu um trilhão de barris de petróleo. "Levamos cerca de 150 anos para produzir esta quantidade... Conseguimos de forma sustentável e correta, contribuir para o desenvolvimento da sociedade".

Bertani chamou a atenção para as atuais reservas mundiais, que somam 1.65 trilhões de barris. "Estimamos encontrar mais um trilhão até 2020... E o pré-sal nos trouxe uma mudança de paradigma, já que estamos falando de águas profundas viáveis para exploração", disse, complementando que o pré-sal incrementa 40 bilhões de óleo para as reservas.

Entre os desafios para o setor, citados pelo executivo, estão: acesso estável e transperentes para esses recurssos, fluxo constante de áreas para que o setor possa dar continuidade ao desenvolvimento, garantia de retorno do capital de risco, desenvolvimento do setor de bens e serviços e compartilhamento de riquezas com a sociedade.



Fonte: Revista TN Petróleo, redação
Autor: Karolyna Gomes
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