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Petróleo e Gás

Statoil atinge 100 mil barris e não descarta disputar Libra

27/06/2013 | 12h20

 

Dois anos e um mês depois de iniciar a produção de petróleo no campo de Peregrino, a norueguesa Statoil atingiu a marca de 100 mil barris de óleo e gás produzidos no Brasil no dia 9 de maio. Thore Kristiansen, presidente da Statoil no Brasil, afirma que houve atrasos devido às dificuldades enfrentadas para extrair petróleo extra pesado - com 14 graus na escala da Associação Americana de Petróleo (API na sigla em inglês). Com essa produção a norueguesa se mantém no posto de segunda maior produtora de óleo e gás do país, atrás apenas da Petrobras e por algum tempo à frente da BG, cuja produção vai aumentar à medida que entrarem novas plataformas nos campos do pré-sal dos quais é sócia.
A Statoil tem participação acionária em blocos muito promissores: o prospecto Pão de Açúcar, no BM-C-33 operado pela Repsol, e dois blocos na bacia do Espírito Santo com a Petrobras, só para citar alguns.
A empresa conseguiu adquirir seis áreas na 11ª Rodada da ANP, sendo quatro como operadora, o que é fundamental para uma companhia cada vez mais especializada na exploração e produção em águas profundas e que já se desfez de ativos petroquímicos, distribuição e hoje só tem duas refinarias, uma na Noruega e outra na Suécia.
A norueguesa, que atualmente produz 2 milhões de barris/dia e se vê como "gêmea" da Petrobras por também ser estatal, não nega o interesse pelo campo de Libra, o gigante do pré-sal que será oferecido no 1º Leilão de Partilha de Produção. Também vai avaliar as áreas da 12ª Rodada, para exploração de gás, inclusive o não convencional.
Sobre Libra, que Kristiansen diz ser uma oportunidade extraordinária, o norueguês diz que ainda é cedo para afirmar que a empresa vai competir. O executivo explica que será preciso conhecer o arcabouço regulatório e legal e avaliar os dados técnicos do campo, o que vai levar cerca de dois meses a partir do momento em que forem conhecidas as regras, e o edital ainda não foi publicado.
"Nossa participação vai depender dos termos finais. Há uma competição global por capital e no grupo Statoil temos duas coisas principais que são importantes, uma são as reservas, que precisam ter capacidade de produção de hidrocarbonetos. A segunda é se também há uma regra fiscal e legal atrativa, estável e previsível", disse Kristiansen.
O executivo lembrou que os termos e condições do edital ainda não foram publicados e explica que somente a partir deles, tomando como base as informações técnicas e financeiras, a Statoil vai decidir se participa ou não do leilão. Na decisão de investimento, o Brasil vai competir com mais de 100 projetos da companhia em todo o mundo, importantes para a Statoil atingir sua meta de produzir 2,5 milhões de barris/dia em 2020. Os desafios para produzir na Bacia de Campos não foram poucos. O óleo de Peregrino é tão pesado que na temperatura ambiente se torna quase sólido, e por isso é de difícil extração. Para resolver o problema a solução é injetar água tendo também ajuda de bombas elétricas que aquecem o óleo para facilitar o fluxo. Outro orgulho da Statoil são poços horizontais, variando entre 1.500 metros e 2.000 metros que atravessando a estrutura do reservatório, os mais longos em extensão perfurados no Brasil.

Dois anos e um mês depois de iniciar a produção de petróleo no campo de Peregrino, a norueguesa Statoil atingiu a marca de 100 mil barris de óleo e gás produzidos no Brasil no dia 9 de maio. Thore Kristiansen, presidente da Statoil no Brasil, afirma que houve atrasos devido às dificuldades enfrentadas para extrair petróleo extra pesado - com 14 graus na escala da Associação Americana de Petróleo (API na sigla em inglês). Com essa produção a norueguesa se mantém no posto de segunda maior produtora de óleo e gás do país, atrás apenas da Petrobras e por algum tempo à frente da BG, cuja produção vai aumentar à medida que entrarem novas plataformas nos campos do pré-sal dos quais é sócia.


A Statoil tem participação acionária em blocos muito promissores: o prospecto Pão de Açúcar, no BM-C-33 operado pela Repsol, e dois blocos na bacia do Espírito Santo com a Petrobras, só para citar alguns.


A empresa conseguiu adquirir seis áreas na 11ª Rodada da ANP, sendo quatro como operadora, o que é fundamental para uma companhia cada vez mais especializada na exploração e produção em águas profundas e que já se desfez de ativos petroquímicos, distribuição e hoje só tem duas refinarias, uma na Noruega e outra na Suécia.


A norueguesa, que atualmente produz 2 milhões de barris/dia e se vê como "gêmea" da Petrobras por também ser estatal, não nega o interesse pelo campo de Libra, o gigante do pré-sal que será oferecido no 1º Leilão de Partilha de Produção. Também vai avaliar as áreas da 12ª Rodada, para exploração de gás, inclusive o não convencional.


Sobre Libra, que Kristiansen diz ser uma oportunidade extraordinária, o norueguês diz que ainda é cedo para afirmar que a empresa vai competir. O executivo explica que será preciso conhecer o arcabouço regulatório e legal e avaliar os dados técnicos do campo, o que vai levar cerca de dois meses a partir do momento em que forem conhecidas as regras, e o edital ainda não foi publicado.


"Nossa participação vai depender dos termos finais. Há uma competição global por capital e no grupo Statoil temos duas coisas principais que são importantes, uma são as reservas, que precisam ter capacidade de produção de hidrocarbonetos. A segunda é se também há uma regra fiscal e legal atrativa, estável e previsível", disse Kristiansen.


O executivo lembrou que os termos e condições do edital ainda não foram publicados e explica que somente a partir deles, tomando como base as informações técnicas e financeiras, a Statoil vai decidir se participa ou não do leilão. Na decisão de investimento, o Brasil vai competir com mais de 100 projetos da companhia em todo o mundo, importantes para a Statoil atingir sua meta de produzir 2,5 milhões de barris/dia em 2020. Os desafios para produzir na Bacia de Campos não foram poucos. O óleo de Peregrino é tão pesado que na temperatura ambiente se torna quase sólido, e por isso é de difícil extração. Para resolver o problema a solução é injetar água tendo também ajuda de bombas elétricas que aquecem o óleo para facilitar o fluxo. Outro orgulho da Statoil são poços horizontais, variando entre 1.500 metros e 2.000 metros que atravessando a estrutura do reservatório, os mais longos em extensão perfurados no Brasil.

 



Fonte: Valor Econômico
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