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E&P

Statoil afirma interesse na Oitava Rodada

06/09/2006 | 00h00

Embora critique a redução de blocos ofertados na Oitava Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o diregor geral da petroleira norueguesa Statoil, Jorge Camargo, afirma que a empresa tem interesse em participar tanto em áreas de óleo quanto de gás, conforme as condições geológicas das áreas ofertadas.Camargo, comentou, ainda, que a limitação de ofertas por companhia não afeta a Statoil.

Durante sua participação no Seminário sobre Perspectivas do GNL no Brasil, promovido pelo International Quality & Productivity Center (IQPC), no Rio, o executivo declarou que a Statoil é uma companhia "vasta em mercado e curta em sumprimento", o que faz com que esteja focada no upstream.

Uma das principais inserções da companhia no mercado internacional é a exportação de GNL para os Estados Unidos que será iniciada em 2007, com o envio de 5,8 bilhões de m³ de gás por ano. O gás será produzido no campo de Snohvit, no mar de Barens, no círculo Ártico, e será transportado aos Estados Unidos e Espanha.

Nos Estados Undios, a Statoil controla a planta de regaseificação de Cove Point, próxima a Washington, com capacidade de processamento de 7 bilhões de m³ anuais, um volume até maior do que a capacidade inicial do campo de Snohvit, que continuará sendo desenvolvido.

O investimento no empreendimento que compreende o desenvolvimento do campo, o transporte e a planta de regaseificação é de cerca de US$ 8 bilhões.

No Brasil, embora a companhia não revele o volume de investimentos, o diretor informa o portifólio atual e as perspectivas futuras na área de Exploração e Produção.

Atualmente a Statoil tem o compromisso de perfurar seis poços petrolíferos até 2010. Dois deles, na bacia offshore do Jequitinhonha serão perfurados até o final de 2007. Na Bacia de Camamu, a empresa tem o compromisso de perfurar outros dois poços até 2008, além de outros dois poços em áreas da Bacia de Campos, adquiridas na Sétima Rodada com compromisso de programa de trabalho para perfuração de dois poços até 2010. Em todas as áreas a Statoil participa em associação com a Petrobras, e alterna a posição de operadora com a petroleira brasileira.



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