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Eletricidade

SP ainda tem 3.700 MW de energia elétrica para ser explorada em micro e mini CGHs

12/07/2011 | 14h26
O mapeamento georreferenciado cruzado com histórico de precipitações em todos os rios do estado de São Paulo concluiu que ainda há 3.700 MW de energia hidráulica remanescente com potencial de ser explorado no estado. Os dados foram colhidos pela Earth Resources Observation and Science, pertencente ao United States Geological Survey (USGS)

O anúncio foi feito durante o 2º Workshop “Potencial Hidrelétrico Remanescente do Estado de São Paulo” promovido pela Secretaria de Energia do Estado de São Paulo. Desse total o que efetivamente é possível de ser transformado em energia elétrica depende da individualização dos aproveitamentos e suas principais características, seguida de avaliação técnicoeconômica, trabalho que será conduzido pelo Centro Nacional de Referência em Pequenas Centrais Hidrelétricas da Universidade Federal de Itajubá (CERPCH-Unifei), de Minas Gerais.

Uma terceira etapa compreende a edição de um guia do empreendedor cujo objetivo é municiar pequenos empreendedores interessados em desenvolver potenciais hidráulicos. Este trabalho será elaborado pela Fapepe - Fundação de apoio e Ensino, Pesquisa e Extensão da Unifei.

O trabalho conta ainda com o apoio da Corporação Andina de Fomento - CAF, banco de desenvolvimento regional do qual o Brasil é acionista que pretende dispor, no âmbito da América Latina, de uma linha de crédito de US$ 30 milhões voltado para o incentivo dessas centrais geradoras hidrelétricas (CGHs). As CGHs abrangem as micro (potência de até 100 Kw) e mini (de 100 Kw a 1000 Kw)  centrais hidrelétricas possuem algumas limitações comerciais, mas podem assumir grande atratividade na agroindústria.

Marco Antônio Mroz, subsecretário de Projetos de Energias Renováveis da Secretaria de Energia, destaca a necessidade de se mapear o potencial de energia hidrelétrica remanescente do estado pela importância que ela tem na autoprodução. “Um agricultor, ou um grupo de agricultores reunidos em um pool podem se valer de um projeto desses e susbstituir a energia comprada das concessionárias de distribuição”.

De acordo com Mroz, “por não ser difundida no Brasil, a autoprodução nessa faixa de potência ainda enfrenta barreiras institucionais e técnicas que os estudo em andamento também pretendem identificar e diagnosticar”.

Além de técnicos da USGS, da Secretaria de Energia e docentes da CERPCH-Unifei, o workshop teve a presença de Henrique Gross, subsecretário de Gás, Petróleo e Minerais, Maurício Garrón, executivo de energia da CAF, Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp), secretarias de estado, Cesp, Sabesp e associações representativas dos segmentos de PCHs e CGHs.


Fonte: Redação
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