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Pré-Sal

Sondas na cessão onerosa avançam em Franco e Tupi Nordeste

26/09/2011 | 17h11
A Petrobras está avançando os trabalhos com as três sondas na região da cessão onerosa, com a perspectiva de iniciar produção em Franco, uma das principais áreas do conjunto, em 2015, afirmou o gerente de Planejamento de Exploração e Produção da Petrobras, Mauro Yusi Hayashi.

"Na área da cessão onerosa estamos com três operações. Já fizemos duas perfurações e estamos fazendo o complemento do teste de produção em Franco, no poço descobridor", disse ele a jornalistas nesta segunda-feira, após participar de evento sobre o pré-sal no Rio.

"Estamos furando no noroeste de Franco e no nordeste de Tupi também", adicionou.

A cessão onerosa é o conjunto de áreas do pré-sal compradas pela Petrobras do governo federal, com um volume total de 5 bilhões de barris equivalentes de petróleo. A Petrobras pagou R$ 74,8 bilhões pelas áreas, em operação simultânea à da capitalização. O governo, indiretamente, ficou com ações da empresa em troca do petróleo.

Hayashi revelou que a sísmica da cessão onerosa já foi totalmente contratada e a estatal está finalizando a sísmica em 3 dimensões.

"Todas as informações da cessão onerosa já foram adquiridas. Estamos finalizando o processamento do 3D. É uma sísmica suplementar. Os poços a serem perfurados no ano que vem já terão essa nova informação".

Segundo ele, o desempenho dos poços do pré-sal é superior ao de campanhas anteriores, em relação ao tempo necessário.

"Normalmente, levávamos de dois a três anos só na sísmica e delimitação de áreas e mais quatro a seis anos para declarar comercialidade e desenvolver a estratégia de produção", disse.

"Agora esse prazos estão mais curtos. Tupi, por exemplo, foi descoberto em 2007 e a produção no TLD começou em 2010. Guará produz 15 mil e nossa projeção era de 50 mil, mas tem a limitação da queima e da unidade produtora que é de 30 mil barris", adicionou.

Franco é o principal campo da cessão onerosa, com estimativa de conter 3,058 bilhões de barris de óleo equivalentes.

O executivo estima que em 2017 a produção no pré-sal alcance 1 milhão de barris dia.

Atualmente, a produção está em 129 mil barris dia, segundo dados de agosto da empresa.

Hayashi prevê uma redução de custos no pré-sal em razão da alta produtividade dos campos em teste ou em atividade até o momento.

"Desde 2008, quando começamos a atuar no pré-sal, a perspectiva de poços produtores vem diminuindo bastante. Estamos ainda reduzindo o tempo necessário para a perfuração de cada poço. A perspectiva da necessidade de poços diminuiu porque a produtividade aumentou", declarou o gerente da Petrobras, sem detalhar qual o prognóstico de perfurações no pré-sal.

"Temos que calibrar a curva de produção com a capacidade das unidades de produção. Não adianta perfurar muitos poços se a plataforma tem limitação. O crescimento da produção está limitada por isso e um melhor desempenho dos poços vai se refletir num tempo de vida maior dos poços".


Fonte: Agência Reuters
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