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P-53

Soma dos contratos chega a US$ 950 milhões

12/12/2005 | 00h00

O contrato de US$ 520 milhões para construção dos módulos da planta de processo e para integração da plataforma P-53 foi assinado, nesta segunda-feira (12/12), entre a Petrobras e o Consórcio Marlim Leste, composto pelas empresas Queiróz Galvão, Ultratec e Iesa. A soma de todos os contratos para a construção da plataforma é de US$ 950 milhões e inclui a conversão do casco em Cigapura e os contratos dos módulos de compressão de gás e geração de energia, além de contratos de gestão.

A plataforma será utilizada no campo de Marlim Leste, na Bacia de Campos, e terá capacidade de produção de 180 mil barris por dia de óleo e 6 milhões de m³ de gás diariamente. O prazo de construção da plataforma é de 29 meses e o cronograma divulgado por Coelho prevê a extração do primeior óleo em novembro de 2007 e o pico de produção no primeiro semestre de 2008. As reservas do campo são de 450 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) e a qualidade do óleo é de 20º API, considerando a média entre os poços.

A P-53 será afretada pela Petrobras, segundo a modalidade de casco nu, na qual a empresa é responsável pela condução das operações na unidade, enquanto a sociedade de propósito específico criada pelo Banco ABN AMRO Real (ABN) será responsável pela construção da plataforma e posterior afretamento para a Petrobras. O presidente da companhia, José Sérgio Gabrielli, explica, entretanto, que a estatal tem a opção de compra ao final do prazo de afretamento de 15 anos e que o valor da execução desta compra seria residual.

Embora não tenha sido construída no Brasil, a P-53 buscou atingir a 55% de conteúdo nacional e garantiu a geração de 4 mil empregos diretos no país.



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