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Pessoas

Slezynger, da Unigel, vai dirigir a Abiquim

24/03/2011 | 10h19
O presidente do grupo químico e petroquímico Unigel, Henri Armand Slezynger, deverá mesmo ser o novo presidente do conselho diretor da Associação Brasileira da Indústria Química, a Abiquim, a partir de abril. Reunião do comitê executivo da entidade, realizada na terça-feira, homolgou a chapa encabeçada por Slezynger, a qual irá à votação na assembleia de sócios no dia 31.
 

Consumada sua candidatura pelos eleitores - cerca de 200 sócios -, o empresário vai dirigir a Abiquim até março de 2013, substituindo Bernardo Gradin, que preside o conselho diretor da entidade desde março de 2009, representando a petroquímica Braskem. Ele esteve à frente da empresa até dezembro do ano passado. O nome de Slezynger foi uma escolha de consenso no setor, depois que houve a oposição da Braskem à renovação do mandato de Gradin por mais um biênio devido ao fato de ter sido destituído da presidência da petroquímica pela sua controladora Odebrecht.
 

Como adiantou o Valor em reportagem recente, o atual presidente da Braskem, Carlos Fadigas de Souza, ocupará a primeira vice-presidência na nova gestão, posição que atualmente estava com Pedro Wongtschowski, presidente do grupo Ultra e que representava a Oxiteno, a química do grupo.
 

Os demais vice-presidentes na chapa de Slezynger, conforme informação obtida pelo Valor, são, por ordem de sequência, Pedro Emilio Suarez, da Dow (segundo-vice-presidente); Marcos De Marchi, da Rhodia; Marcelo Lacerda Soares Neto, da Lanxess; Alfred Hackenberger, da alemã Basf; Paulo Francisco Schirch, da Solvay; e João Benjamin Parolin, principal executivo da Oxiteno.
 

O conselho diretor da Abiquim, além do presidente e seus sete vice-presidentes, é composto por 25 conselheiros, representando empresas químicas e petroquímicas, e um conselho fiscal com três membros efetivos e três suplentes.
 

Fundada em 1964, a Abiquim é uma poderosa entidade que congrega desde indústrias químicas de pequeno porte a gigantes como a Braskem, maior petroquímica da América Latina, Dow, Bayer, Akzo Nobel, Rhodia, Ultra, Unigel, Lanxess, Solvay e Evonik, entre outros importantes grupos.
 

O dia a dia da entidade é conduzido por um presidente-executivo e outros diretores, todos escolhidos pelo comitê executivo. Esse comitê é formado pelo presidente do conselho diretor e pelos seus sete vice-presidentes.
 

O cargo era ocupado até duas semanas atrás por Eduardo Bernini. Contratado em agosto por Gradin, com a não recondução dele o executivo - que já presidiu grandes empresas do setor elétrico, como EDP e AES Eletropaulo -, pediu para sair. A entidade deverá iniciar um processo de busca, no setor e fora dele, de novo profissional para a posição, considerada importante para a entidade. A escolha já será conduzida por Henri.
 

Bernardo Gradin, que é um dos acionistas da Graal Participações, dona de 20,6% do capital da holding Odebrecht Investimentos (que controla a Odebrecht S.A.), segundo apurou o Valor, vai continuar como membro do conselho consultivo da Abiquim. Sua saída da Braskem está relacionada à disputa societária que a Graal (da família Gradin) vem travando na Justiça da Bahia desde dezembro com a Kieppe Participações (da família Odebrecht) devido ao processo de compra da fatia da Graal por parte da Kieppe em outubro. A Graal discorda dos termos e da forma da operação e por isso recorreu à Justiça.


Fonte: Valor Econômico
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