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Petrobras

Sistema que detecta vazamentos chega a Sergipe ainda este ano

02/09/2014 | 12h23
Sistema que detecta vazamentos chega a Sergipe ainda este ano
Divulgação Petrobras. Divulgação Petrobras.

 

O Sistema de Detecção de Vazamentos em Oleodutos (SDVO), desenvolvido pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), será implantado ainda este ano na adutora de água produzida pelos campos de Carmópolis, em Sergipe.
O SDVO substitui e aprimora os recursos oferecidos por sistemas computacionais comerciais (softwares) semelhantes permitindo uma redução de custos de, no mínimo, US$ 250 mil dólares por oleoduto.
O sistema, que atualmente monitora 18 oleodutos submarinos na Bacia de Campos e cinco oleodutos terrestres em Sergipe simula o escoamento do óleo dentro do duto a partir de dados de pressão, vazão e temperatura captados por sensores instalados nos dois extremos do oleoduto. O cruzamento dessas informações permite ao sistema reconhecer um vazamento e, também, determinar a localização do mesmo, hora de início e o tamanho da perda de fluído sofrida. Os dados são acompanhados em tempo real e um alarme visual e sonoro é acionado. 
O sistema teve seu desenvolvimento iniciado em 1998 e, em 2005, foi implantado na Unidade Operacional da Bacia de Campos (UO-BC) e na Unidade Operacional Sergipe/Alagoas (UO-SEAL) em 2007.

O Sistema de Detecção de Vazamentos em Oleodutos (SDVO), desenvolvido pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), será implantado ainda este ano na adutora de água produzida pelos campos de Carmópolis, em Sergipe.

O SDVO substitui e aprimora os recursos oferecidos por sistemas computacionais comerciais (softwares) semelhantes permitindo uma redução de custos de, no mínimo, US$ 250 mil dólares por oleoduto.

O sistema, que atualmente monitora 18 oleodutos submarinos na Bacia de Campos e cinco oleodutos terrestres em Sergipe simula o escoamento do óleo dentro do duto a partir de dados de pressão, vazão e temperatura captados por sensores instalados nos dois extremos do oleoduto.

O cruzamento dessas informações permite ao sistema reconhecer um vazamento e, também, determinar a localização do mesmo, hora de início e o tamanho da perda de fluído sofrida. Os dados são acompanhados em tempo real e um alarme visual e sonoro é acionado. 

O sistema teve seu desenvolvimento iniciado em 1998 e, em 2005, foi implantado na Unidade Operacional da Bacia de Campos (UO-BC) e na Unidade Operacional Sergipe/Alagoas (UO-SEAL) em 2007.



Fonte: Agência Petrobras
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