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Eletricidade

Sistema de transmissão para hidrelétricas em MT terá 1.500 km de extensão

04/08/2011 | 15h42
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) finalizou os estudos para definição do sistema de transmissão associado às usinas Teles Pires (1.820 MW), São Manoel (700 MW), Sinop (400 MW), Colíder (300 MW) e Foz do Apiacás (230 MW). A soma da potência instalada será de de 3.450 megawatts (MW). O objetivo do trabalho foi encontrar a melhor alternativa que garanta o pleno escoamento da eletricidade que será produzida pelos empreendimentos de geração, levando em conta a longa distância dos centros consumidores.

O estudo contemplou a análise de tecnologias em corrente alternada e corrente contínua, além de diversos pontos de chegada das linhas na região Sudeste, principal centro consumidor de energia do país. A opção pela implantação de um sistema em corrente alternada em 500 quilovolts (kV) possibilita a viabilização de futuras conexões com os sistemas locais, próximos às usinas hidrelétricas. Com relação às questões socioambientais, os estudos concluíram que as faixas de terrenos não apresentam características que venham a dificultar a implantação das futuras linhas de transmissão.

A alternativa que será implantada estabelece inicialmente a integração das cinco usinas com o Sistema Interligado Nacional (SIN) por meio de três linhas de transmissão entre as subestações de Paranaíta e Ribeirãozinho, ambas localizadas em Mato Grosso. Neste trecho haverá ainda a implantação de três novas subestações. A partir da subestação de Ribeirãozinho, será construída uma nova linha até a subestação Rio Verde Norte (GO), de onde partirão outras duas linhas de transmissão até uma nova subestação em Marimbondo (na fronteira entre MG e SP).

Esse conjunto de projetos totaliza 1.500 quilômetros de extensão, desde a subestação de Paranaíta até a de Marimbondo. Serão investidos cerca de R$ 3,8 bilhões em todo o sistema de transmissão, e a estimativa é que o leilão dessas novas linhas e subestações ocorra ainda em 2011. Os projetos terão que entrar em operação até janeiro de 2015, data prevista para o início do funcionamento comercial da hidrelétrica de Teles Pires - licitada no final do ano passado.

As análises estratégicas do escoamento da energia que será produzida pelas usinas hidrelétricas em Mato Grosso, bem como a comparação econômica dos custos entre as opções estudadas, permitiram que a alternativa de transmissão recomendada assegurasse o desempenho adequado do sistema de transmissão dentro dos padrões de confiabilidade, segurança e qualidade de suprimento que caracterizam as linhas planejadas pela EPE para o SIN.


Fonte: Redação
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