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Navalshore 2013

Sistema de automação para embarcações offshore reduz acidentes

14/08/2013 | 16h03

 

Avisar a tripulação ou o comando de uma embarcação offshore, em curto espaço de tempo, sobre possíveis falhas ou problemas mecânicos, aumentar as chances de correção e evitar acidentes. Esta é uma das principais vantagens da evolução da automação naval. Os novos sistemas e equipamentos para monitoramento, controle e automação disponíveis no Brasil são destaque entre as tecnologias que estão inovando o mercado naval e offshore apresentadas até a próxima quinta-feira (15) na décima edição da Navalshore - Marintec South America 2013, no Rio de Janeiro.
"A automação de embarcações offshore ainda é algo novo no país, diferente da realidade de países europeus. Aqui, muitos navios ainda são controlados de forma manual e sem controle total. O nível do tanque de uma embarcação, por exemplo, chega a ser medido no 'palitinho', enquanto os sistemas de automação disponíveis hoje no mercado já permitem uma visão completa. É possível controlar, com precisão, itens indispensáveis, como o nível dos tanques de diesel", conta Luiz Barbarini, engenheiro e diretor da Boning, empresa de origem Alemã, presente no Brasil desde 2007.
Tecnologia
Apresentar o projeto de engenharia de um navio em 3D também já é possível, graças a softwares como o que está sendo apresentado no evento pela Sener. É possível ter a experiência com o programa no estande da empresa, usando os óculos 3D e constatando na prática as vantagens de se visualizar o projeto de engenharia de um navio em várias dimensões.
Realidade Virtual
Simuladores que podem reproduzir virtualmente as operações de embarcações em alto mar, em portos e hidrovias são a novidade da Transpetro e também podem ser testados pelo público visitante. Desenvolvidos pela primeira vez no Brasil, os programas foram criados pela companhia, em parceria com a Escola Politécnica da USP e o Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes).
O simulador offshore reproduz as operações de transferência de petróleo entre embarcações em alto mar. O software é usado para treinamento dos oficiais responsáveis por conduzir os navios aliviadores da Transpetro, que trazem para o continente o petróleo produzido pelas plataformas marítimas.

Avisar a tripulação ou o comando de uma embarcação offshore, em curto espaço de tempo, sobre possíveis falhas ou problemas mecânicos, aumentar as chances de correção e evitar acidentes. Esta é uma das principais vantagens da evolução da automação naval. Os novos sistemas e equipamentos para monitoramento, controle e automação disponíveis no Brasil são destaque entre as tecnologias que estão inovando o mercado naval e offshore apresentadas até a próxima quinta-feira (15) na décima edição da Navalshore - Marintec South America 2013, no Rio de Janeiro.


"A automação de embarcações offshore ainda é algo novo no país, diferente da realidade de países europeus. Aqui, muitos navios ainda são controlados de forma manual e sem controle total. O nível do tanque de uma embarcação, por exemplo, chega a ser medido no 'palitinho', enquanto os sistemas de automação disponíveis hoje no mercado já permitem uma visão completa. É possível controlar, com precisão, itens indispensáveis, como o nível dos tanques de diesel", conta Luiz Barbarini, engenheiro e diretor da Boning, empresa de origem Alemã, presente no Brasil desde 2007.



Tecnologia


Apresentar o projeto de engenharia de um navio em 3D também já é possível, graças a softwares como o que está sendo apresentado no evento pela Sener. É possível ter a experiência com o programa no estande da empresa, usando os óculos 3D e constatando na prática as vantagens de se visualizar o projeto de engenharia de um navio em várias dimensões.



Realidade Virtual


Simuladores que podem reproduzir virtualmente as operações de embarcações em alto mar, em portos e hidrovias são a novidade da Transpetro e também podem ser testados pelo público visitante. Desenvolvidos pela primeira vez no Brasil, os programas foram criados pela companhia, em parceria com a Escola Politécnica da USP e o Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes).


O simulador offshore reproduz as operações de transferência de petróleo entre embarcações em alto mar. O software é usado para treinamento dos oficiais responsáveis por conduzir os navios aliviadores da Transpetro, que trazem para o continente o petróleo produzido pelas plataformas marítimas.

 



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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