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Refinaria Abreu e Lima

Sindicato entra na Justiça contra demissões

22/08/2012 | 10h52

 

O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem de Pernambuco (Sintepav-PE) entrou com ação coletiva na Justiça para rever a demissão por justa causa de empregados das obras da refinaria Abreu e Lima. Os funcionários foram demitidos na segunda-feira (20), após o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de 6ª Região ter considerado a greve abusiva.
De acordo com o sindicato, foram demitidos cerca de 300 empregados do consórcio Ipojuca (formado por Queiroz Galvão e Iesa), 40 do consórcio Conest (Odebrecht e OAS) e 80 do consórcio Alusa/Barbosa Melo. O sindicato alega que alguns dos funcionários integravam a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e não poderiam ser demitidos. Além disso, os demitidos por justa causa são fichados e não podem ser contratados em novas obras da Petrobras.
Segundo o Sintepav-PE, a maioria dos trabalhadores demitidos é inocente e não participou dos atos de vandalismo ocorridos no canteiro de obras ao longo deste mês. Os funcionários que participaram de atos de vandalismo discordaram da proposta de reajuste salarial de 10,5% aprovada pelos consórcios e pela assembleia dos trabalhadores.
De acordo com o sindicato, as obras na refinaria estão em ritmo normal. A presidente da Petrobras, Graça Foster, iria se reunir na terça (21) à tarde com a equipe da companhia responsável pelo empreendimento para obter mais detalhes sobre o assunto. Procurada, a Petrobras limitou-se a dizer que “ainda não há informações disponíveis sobre o assunto”.
Em evento no Rio de Janeiro, realizado na terça, Graça Foster disse que ainda não é possível afirmar se a greve e os atos de vandalismo vão afetar novamente o já atrasado cronograma da refinaria. Pelo plano de negócios 2012-2016 da petroleira, o primeiro trem de refino está previsto para novembro de 2014, três anos depois da previsão inicial. A obra é estimada em US$ 20,1 bilhões.

O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem de Pernambuco (Sintepav-PE) entrou com ação coletiva na Justiça para rever a demissão por justa causa de empregados das obras da refinaria Abreu e Lima. Os funcionários foram demitidos na segunda-feira (20), após o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de 6ª Região ter considerado a greve abusiva.


De acordo com o sindicato, foram demitidos cerca de 300 empregados do consórcio Ipojuca (formado por Queiroz Galvão e Iesa), 40 do consórcio Conest (Odebrecht e OAS) e 80 do consórcio Alusa/Barbosa Melo. O sindicato alega que alguns dos funcionários integravam a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e não poderiam ser demitidos. Além disso, os demitidos por justa causa são fichados e não podem ser contratados em novas obras da Petrobras.


Segundo o Sintepav-PE, a maioria dos trabalhadores demitidos é inocente e não participou dos atos de vandalismo ocorridos no canteiro de obras ao longo deste mês. Os funcionários que participaram de atos de vandalismo discordaram da proposta de reajuste salarial de 10,5% aprovada pelos consórcios e pela assembleia dos trabalhadores.


De acordo com o sindicato, as obras na refinaria estão em ritmo normal. A presidente da Petrobras, Graça Foster, iria se reunir na terça (21) à tarde com a equipe da companhia responsável pelo empreendimento para obter mais detalhes sobre o assunto. Procurada, a Petrobras limitou-se a dizer que “ainda não há informações disponíveis sobre o assunto”.


Em evento no Rio de Janeiro, realizado na terça, Graça Foster disse que ainda não é possível afirmar se a greve e os atos de vandalismo vão afetar novamente o já atrasado cronograma da refinaria. Pelo plano de negócios 2012-2016 da petroleira, o primeiro trem de refino está previsto para novembro de 2014, três anos depois da previsão inicial. A obra é estimada em US$ 20,1 bilhões.

 



Fonte: Valor Econômico
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