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Desinvestimento

Siemens pretende se desfazer de empresa de tecnologia solar

23/10/2012 | 14h23

 

A Siemens planeja desfazer-se de sua subsidiária no setor de tecnologia solar, atualmente operando no vermelho, depois que uma queda nas margens de lucro obrigou o conglomerado alemão, atuante no setor de engenharia, a voltar a se concentrar em suas atividades essenciais.
A fabricante de trens, turbinas a gás e equipamentos de transmissão de energia com sede em Munique disse na segunda-feira (22) estar em conversações com interessados não identificados com o objetivo de vender a subsidiária.
A Siemens planeja concentrar as atividades envolvendo energias renováveis em energia hidrelétrica e em sua subsidiária que atua com o segmento eólico, de porte bem maior. A empresa disse que, devido a modificações em marcos regulatórios, menor crescimento e forte pressão de preços nos mercados de energia solar, as expectativas quanto a essas atividades não se materializaram.
A decisão representa um duro revés às ambições de Peter Löscher, presidente-executivo da Siemens, que tinha como objetivo fazer da companhia a líder de mercado em usinas termossolares, que usam espelhos curvos para concentrar raios visando acionar geradores de vapor, uma tecnologia denominada "energia solar concentrada".
Em 2009, a Siemens comprou a israelense Solel Solar por US$ 418 milhões e adquiriu uma participação na Archimede Solar Energy, companhia italiana especializada em energia solar térmica. No ano passado, porém, a alemã assumiu € 231 milhões em encargos referentes à sua atividade no campo solar, inclusive uma baixa contábil de € 128 milhões relacionada a intangíveis.
Joe Kaeser, diretor financeiro da Siemens, disse a analistas em julho: "As atividades envolvendo energia solar em geral e na Siemens, em especial, não produziu o que imaginávamos e, por isso, precisamos implementar algum realinhamento concreto no setor". Ele afirmou que os prejuízos, nesses empreendimentos, têm a mesma ordem de grandeza das receitas.
A Siemens disse que continuará a vender turbinas a vapor, geradores e outras tecnologias para usinas baseadas em energia solar térmica. A companhia delineou um plano de corte de custos visando enfrentar queda em suas margens e ter melhor condições de competir com rivais, como a General Electric. Löscher afirmou que a Siemens vai eliminar níveis burocráticos, esforçar-se para produzir a custos menores e considerar desinvestimentos.

A Siemens planeja desfazer-se de sua subsidiária no setor de tecnologia solar, atualmente operando no vermelho, depois que uma queda nas margens de lucro obrigou o conglomerado alemão, atuante no setor de engenharia, a voltar a se concentrar em suas atividades essenciais.


A fabricante de trens, turbinas a gás e equipamentos de transmissão de energia com sede em Munique disse na segunda-feira (22) estar em conversações com interessados não identificados com o objetivo de vender a subsidiária.


A Siemens planeja concentrar as atividades envolvendo energias renováveis em energia hidrelétrica e em sua subsidiária que atua com o segmento eólico, de porte bem maior. A empresa disse que, devido a modificações em marcos regulatórios, menor crescimento e forte pressão de preços nos mercados de energia solar, as expectativas quanto a essas atividades não se materializaram.


A decisão representa um duro revés às ambições de Peter Löscher, presidente-executivo da Siemens, que tinha como objetivo fazer da companhia a líder de mercado em usinas termossolares, que usam espelhos curvos para concentrar raios visando acionar geradores de vapor, uma tecnologia denominada "energia solar concentrada".


Em 2009, a Siemens comprou a israelense Solel Solar por US$ 418 milhões e adquiriu uma participação na Archimede Solar Energy, companhia italiana especializada em energia solar térmica. No ano passado, porém, a alemã assumiu € 231 milhões em encargos referentes à sua atividade no campo solar, inclusive uma baixa contábil de € 128 milhões relacionada a intangíveis.


Joe Kaeser, diretor financeiro da Siemens, disse a analistas em julho: "As atividades envolvendo energia solar em geral e na Siemens, em especial, não produziu o que imaginávamos e, por isso, precisamos implementar algum realinhamento concreto no setor". Ele afirmou que os prejuízos, nesses empreendimentos, têm a mesma ordem de grandeza das receitas.


A Siemens disse que continuará a vender turbinas a vapor, geradores e outras tecnologias para usinas baseadas em energia solar térmica. A companhia delineou um plano de corte de custos visando enfrentar queda em suas margens e ter melhor condições de competir com rivais, como a General Electric. Löscher afirmou que a Siemens vai eliminar níveis burocráticos, esforçar-se para produzir a custos menores e considerar desinvestimentos.

 



Fonte: Valor Econômico
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