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Pecém

Siderúrgica avança com mais 14 mil toneladas de materiais

19/06/2013 | 14h21

 

A Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) recebeu, em maio último, 14,09 mil toneladas de insumo que serão utilizados em sua construção. O material chegou ao Porto do Pecém nos dias 19, 30 e 31 e, segundo informou a usina, "atenderá às demandas específicas das obras da coqueria, aciaria, power plant, da planta de distribuição de combustível, entre outros".
Ao todo, conforme a companhia, 57.460 toneladas de materiais já foram recebidos no Porto do Pecém, estão em trânsito ou aguardam embarque. A expectativa é que cheguem ao Ceará, ao todo, até 2014, 350 mil toneladas de equipamentos e máquinas para o empreendimento.
Montagem
Os primeiros equipamentos que serão utilizados durante a etapa de montagem chegaram ao estado em fevereiro deste ano. Segundo a CSP, 1.975 trabalhadores atuavam, no último dia 11, no canteiro de obras da usina, cujo término da construção está previsto para 2015.
"O estaqueamento da sinterização, da coqueria, do lingotamento contínuo e do pátio de estocagem de matéria-prima avançou, respectivamente, 98,1%, 84,6%, 83,3% e 76,9%", informou ainda a siderúrgica, segundo quem, na planta das linhas de distribuição de combustível, o processo de estaqueamento já foi finalizado.
Balança
As importações para as obras da CSP têm impactado na balança comercial cearense. No último mês, foi registrado o maior índice de importação - US$ 421 milhões em mercadorias -, dos últimos quatro anos, para o mês de maio. Por sua vez, as exportações alcançaram os US$ 101 milhões no período.
As obras de montagem da usina custarão cerca de R$ 100 milhões e serão executadas pela Makro Engenharia, que ficará responsável pela movimentação de cargas acima de 100 toneladas. Todos os equipamentos para montagem da planta industrial serão fornecidos pela própria empresa, a exemplo de guindastes telescópicos sobre pneus e treliçados sobre esteiras. O serviço tem previsão de 22 meses para ser executado.
Impacto
A CSP prevê, em sua primeira fase, a capacidade de produção de três milhões de toneladas da placas de aço anuais. Segundo cálculos da própria siderúrgica, o impacto no Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará deverá ser de 12%, quando o empreendimento já estiver em operação.
Em Fortaleza, esse avanço deverá ser de 24%, e de quase 4.000% em São Gonçalo do Amarante, município no qual se instalará, a 60 quilômetros da Capital, no litoral Oeste.
Segundo divulgou a companhia, no ano passado, aproximadamente 20% dos US$ 5 bilhões que serão investidos pelos três sócios do empreendimento - a Vale e as empresas sul-coreanas Posco e Dongkuk - serão aplicados em equipamentos e processos de controle e monitoramento ambiental.
O montante, que soma cerca de US$ 1 bilhão, será destinado, por exemplo, ao tratamento de gases resultantes dos processos de transformação realizados na siderúrgica. A companhia também informou que 97% dos resíduos sólidos resultantes da operação serão reaproveitados, enquanto os 3% continuarão tendo acompanhamento da empresa após serem eliminados. A usina realiza ainda atividades de educação ambiental.
Contratações
A expectativa da Posco Engenharia é que sejam contratados, no decorrer deste ano, 8 mil pessoas. Segundo informou a empresa, no mês passado, os principais serviços realizados em 2013 estarão ligados à construção civil das principais instalações da siderúrgica, sendo as principais oportunidades de trabalho, neste ano são, voltadas para profissionais da área, entre os quais estão serventes, contínuos, auxiliares, pedreiros, armadores, carpinteiros e pintores, além de técnicos nas áreas de edificação, ambiental, segurança do trabalho, engenheiros e cargos administrativos.
De todo modo, a partir deste ano, deverá ser absorvida mais mão de obra especializada, com níveis técnico e superior. A maioria dos trabalhadores de outros países é proveniente da Coreia do Sul, de onde vieram mais de 200 empregados.
A CSP goza de benefícios fiscais por estar instalada na Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Ceará. A usina, que teve as obras iniciadas em 2011, precisa destinar 80%de sua produção ao mercado externo.

A Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) recebeu, em maio último, 14,09 mil toneladas de insumo que serão utilizados em sua construção. O material chegou ao Porto do Pecém nos dias 19, 30 e 31 e, segundo informou a usina, "atenderá às demandas específicas das obras da coqueria, aciaria, power plant, da planta de distribuição de combustível, entre outros".


Ao todo, conforme a companhia, 57.460 toneladas de materiais já foram recebidos no Porto do Pecém, estão em trânsito ou aguardam embarque. A expectativa é que cheguem ao Ceará, ao todo, até 2014, 350 mil toneladas de equipamentos e máquinas para o empreendimento.



Montagem


Os primeiros equipamentos que serão utilizados durante a etapa de montagem chegaram ao estado em fevereiro deste ano. Segundo a CSP, 1.975 trabalhadores atuavam, no último dia 11, no canteiro de obras da usina, cujo término da construção está previsto para 2015.


"O estaqueamento da sinterização, da coqueria, do lingotamento contínuo e do pátio de estocagem de matéria-prima avançou, respectivamente, 98,1%, 84,6%, 83,3% e 76,9%", informou ainda a siderúrgica, segundo quem, na planta das linhas de distribuição de combustível, o processo de estaqueamento já foi finalizado.



Balança


As importações para as obras da CSP têm impactado na balança comercial cearense. No último mês, foi registrado o maior índice de importação - US$ 421 milhões em mercadorias -, dos últimos quatro anos, para o mês de maio. Por sua vez, as exportações alcançaram os US$ 101 milhões no período.


As obras de montagem da usina custarão cerca de R$ 100 milhões e serão executadas pela Makro Engenharia, que ficará responsável pela movimentação de cargas acima de 100 toneladas. Todos os equipamentos para montagem da planta industrial serão fornecidos pela própria empresa, a exemplo de guindastes telescópicos sobre pneus e treliçados sobre esteiras. O serviço tem previsão de 22 meses para ser executado.



Impacto


A CSP prevê, em sua primeira fase, a capacidade de produção de três milhões de toneladas da placas de aço anuais. Segundo cálculos da própria siderúrgica, o impacto no Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará deverá ser de 12%, quando o empreendimento já estiver em operação.


Em Fortaleza, esse avanço deverá ser de 24%, e de quase 4.000% em São Gonçalo do Amarante, município no qual se instalará, a 60 quilômetros da Capital, no litoral Oeste.


Segundo divulgou a companhia, no ano passado, aproximadamente 20% dos US$ 5 bilhões que serão investidos pelos três sócios do empreendimento - a Vale e as empresas sul-coreanas Posco e Dongkuk - serão aplicados em equipamentos e processos de controle e monitoramento ambiental.


O montante, que soma cerca de US$ 1 bilhão, será destinado, por exemplo, ao tratamento de gases resultantes dos processos de transformação realizados na siderúrgica. A companhia também informou que 97% dos resíduos sólidos resultantes da operação serão reaproveitados, enquanto os 3% continuarão tendo acompanhamento da empresa após serem eliminados. A usina realiza ainda atividades de educação ambiental.



Contratações


A expectativa da Posco Engenharia é que sejam contratados, no decorrer deste ano, 8 mil pessoas. Segundo informou a empresa, no mês passado, os principais serviços realizados em 2013 estarão ligados à construção civil das principais instalações da siderúrgica, sendo as principais oportunidades de trabalho, neste ano são, voltadas para profissionais da área, entre os quais estão serventes, contínuos, auxiliares, pedreiros, armadores, carpinteiros e pintores, além de técnicos nas áreas de edificação, ambiental, segurança do trabalho, engenheiros e cargos administrativos.


De todo modo, a partir deste ano, deverá ser absorvida mais mão de obra especializada, com níveis técnico e superior. A maioria dos trabalhadores de outros países é proveniente da Coreia do Sul, de onde vieram mais de 200 empregados.


A CSP goza de benefícios fiscais por estar instalada na Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Ceará. A usina, que teve as obras iniciadas em 2011, precisa destinar 80%de sua produção ao mercado externo.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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