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Shell realiza simulado de chegada de óleo à costa

14/04/2014 | 15h53

 

A Shell realizou, na última semana, um treinamento de cinco dias que culminou em um simulado operacional de resposta a um vazamento de óleo da plataforma Noble Bully II, localizada no bloco de BC-10, operado pela companhia na Bacia de Campos.  Idealizado pela Shell, o exercício foi realizado na última sexta-feira, na foz do Rio Itabapoana, em uma região de praia com extensão de cinco quilômetros localizados entre as cidades de Presidente Kennedy (Espírito Santo) e São Francisco do Itabapoana (Rio de Janeiro). Além de 12 embarcações de apoio, aproximadamente 200 pessoas foram envolvidas no trabalho de resposta, com a mobilização de equipamentos para a aplicação de técnicas na contenção do óleo, limpeza e proteção da costa.
“Este foi o primeiro simulado operacional que realizamos na costa brasileira, uma vez que anualmente desenvolvemos exercícios de resposta em alto mar. Já organizamos simulados semelhantes em outros países onde operamos, de onde trouxemos parte dos conhecimentos para utilizarmos aqui”, comenta Fábio Castro, Gerente de Resposta a Emergência da Shell do Brasil. “Escolhemos a região do Itabapoana por apresentar complexos ecossistemas, muito sensíveis em caso de um eventual incidente com derrame de óleo, além de ser uma localidade que jamais passou por um exercício de resposta deste tipo”, completa.
Os preparativos para o exercício começaram há cerca de seis meses, incluindo estudos de comportamento das marés e modelagem do ecossistema, além de engajamento com as comunidades locais e avaliações sobre a atividade pesqueira para mitigar quaisquer impactos na região. Durante o simulado, foram utlizadas barreiras rígidas, inundação, recolhimento manual, barreiras absorventes, dique, cerco completo e lavagem de baixa pressão para testar a estratégia de proteção a uma área sensível e verificar as melhores técnicas para proteger a localidade caso uma mancha de óleo chegue ao litoral.
O treinamento operacional é uma continuidade do simulado de resposta a emergência realizado há duas semanas no Rio de Janeiro. O exercício foi realizado durante toda a sexta-feira, dividido em duas etapas: proteção dos ecosistemas no turno da manhã e limpeza das áreas impactadas na parte da tarde.
Além de diversos profissionais técnicos, aproximadamente 140 moradores das duas cidades – na grande maioria pescadores - também participaram das atividades. “Nós tivemos uma grande preocupação em ‘pedir licença’ à população antes de entrarmos na região. Fizemos uma convocação prévia das comunidades de Presidente Kennedy e São Francisco do Itabapoana e tivemos uma enorme adesão, sobretudo dos pescadores”, comenta a especialista de Performance Social da Shell do Brasil, Izabel Sousa. “Senti uma grande satisfação e gratidão por parte de todos os moradores e pescadores que participaram das palestras, treinamentos e do exercício propriamente dito”, celebra a executiva.

A Shell realizou, na última semana, um treinamento de cinco dias que culminou em um simulado operacional de resposta a um vazamento de óleo da plataforma Noble Bully II, localizada no bloco de BC-10, operado pela companhia na Bacia de Campos.  Idealizado pela Shell, o exercício foi realizado na última sexta-feira, na foz do Rio Itabapoana, em uma região de praia com extensão de cinco quilômetros localizados entre as cidades de Presidente Kennedy (Espírito Santo) e São Francisco do Itabapoana (Rio de Janeiro). Além de 12 embarcações de apoio, aproximadamente 200 pessoas foram envolvidas no trabalho de resposta, com a mobilização de equipamentos para a aplicação de técnicas na contenção do óleo, limpeza e proteção da costa.


“Este foi o primeiro simulado operacional que realizamos na costa brasileira, uma vez que anualmente desenvolvemos exercícios de resposta em alto mar. Já organizamos simulados semelhantes em outros países onde operamos, de onde trouxemos parte dos conhecimentos para utilizarmos aqui”, comenta Fábio Castro, Gerente de Resposta a Emergência da Shell do Brasil. “Escolhemos a região do Itabapoana por apresentar complexos ecossistemas, muito sensíveis em caso de um eventual incidente com derrame de óleo, além de ser uma localidade que jamais passou por um exercício de resposta deste tipo”, completa.


Os preparativos para o exercício começaram há cerca de seis meses, incluindo estudos de comportamento das marés e modelagem do ecossistema, além de engajamento com as comunidades locais e avaliações sobre a atividade pesqueira para mitigar quaisquer impactos na região. Durante o simulado, foram utlizadas barreiras rígidas, inundação, recolhimento manual, barreiras absorventes, dique, cerco completo e lavagem de baixa pressão para testar a estratégia de proteção a uma área sensível e verificar as melhores técnicas para proteger a localidade caso uma mancha de óleo chegue ao litoral.


O treinamento operacional é uma continuidade do simulado de resposta a emergência realizado há duas semanas no Rio de Janeiro. O exercício foi realizado durante toda a sexta-feira, dividido em duas etapas: proteção dos ecosistemas no turno da manhã e limpeza das áreas impactadas na parte da tarde.


Além de diversos profissionais técnicos, aproximadamente 140 moradores das duas cidades – na grande maioria pescadores - também participaram das atividades. “Nós tivemos uma grande preocupação em ‘pedir licença’ à população antes de entrarmos na região. Fizemos uma convocação prévia das comunidades de Presidente Kennedy e São Francisco do Itabapoana e tivemos uma enorme adesão, sobretudo dos pescadores”, comenta a especialista de Performance Social da Shell do Brasil, Izabel Sousa. “Senti uma grande satisfação e gratidão por parte de todos os moradores e pescadores que participaram das palestras, treinamentos e do exercício propriamente dito”, celebra a executiva.

 



Fonte: Redação TN
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