acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Empresas

Shell quer detalhes sobre conteúdo local na rodada do pré-sal

04/07/2013 | 12h55

 

O presidente da Shell do Brasil, André Araújo, informou nesta quinta-feira (4) que aguarda mais detalhes sobre conteúdo local e sobre o programa exploratório do primeiro leilão do pré-sal, do Campo de Libra, marcado para outubro, para decidir a possibilidade de a petrolífera participar da rodada.
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), presidido pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, publicou esta quinta, no Diário Oficial da União, resolução  aprovando os parâmetros técnicos e econômicos dos contratos de partilha de produção para a primeira rodada do pré-sal.
Será o primeiro leilão sob o regime de partilha. Segundo o documento, a participação mínima da Petrobras no consórcio vencedor do leilão será de 30% e o valor do bônus de assinatura, de R$ 15 bilhões, dos quais R$ 50 milhões serão destinados à União.
"A indústria falava entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões sobre o bônus mínimo. Veio no meio da faixa. Agora resta aguardar a Agência Nacional de Petróleo publicar o draft (rascunho) do contrato e o edital para podermos focar no modelo econômico", disse.
Ele espera que o edital seja publicado até o fim de julho. "Esse prazo nos dá conforto para estarmos prontos para saber se participamos ou não do leilão. Temos que saber o papel que a empresa vai ter dentro do consórcio", afirmou.
O executivo confirmou que a Shell tem encomendas de dois carregamentos de óleo da OGX. Ele disse que a transação não é um contrato, mas um compromisso, sem prejuízos financeiros caso a OGX não tenha óleo para entregar.
"Não existe dinheiro envolvido. Se o óleo estiver disponivel, o compromisso é entregar para a Shell", explicou.
Cenários da Shell
Nos próximos 30 anos, as cidades deverão usar 80% do total da energia do mundo, enquanto nos dias de hoje usam 66% dessa energia. Este é um dos panoramas do futuro previsto pela Shell no livro "Cenários sob novas lentes", lançado nesta quinta-feira (4), no Rio de Janeiro.
O estudo aponta ainda para a substituição parcial do carvão pelo gás, o que vai contribuir para uma rápida redução das emissões de gases causadores do efeito estufa.
André Araújo, presidente da Shell do Brasil, ao lançar o estudo, ressaltou que  o mundo é feito de parcerias, que não se decide nada sozinho.
"Após a crise global, o cenário é de volatilidade. O conceito de trabalhar dentro da volatilidade é o que a gente vive. O crescimento populacional, um cenário político que muda do Oriente para o Ocidente, mais demanda de  energia, água, alimentos são situações que levarão sociedade, empresas, governos e academia a se unirem para buscar as soluções", disse.
O professor de economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro Edmar Almeida disse que a recente mobilização social que tomou conta das ruas do país no último mês é um exemplo do que pode ser a discussão sobre o futuro de energia.
"A tendência é que a sociedade tenha participação e manifestação mais forte no papel das empresas e do governo no setor de energia", disse.
Para ele, o futuro da energia passa pelo gás de xisto e pelas novas energias renováveis, com  algum protagonismo das energias convencionais, petróleo, gás convencional e carvão.
O professor considera o gás de xisto a vedete do planejamento energético, mas disse que existem problemas de mobilização de recursos tecnológicos e humanos.
"São desafios importantes a serem vencidos na exploração do gás de xisto, apesar do grande potencial do país. Esses desafios vão requerer outro tipo de capacitação das empresas que é abrir o debate com a sociedade".
Como exemplo, o professor citou os transportes nas grandes cidades, que motivaram alguns dos protestos que o país viu no último mês.
"O transporte é insustentável, inaceitável. Vão ter que ser discutidas regras sobre uso de automóveis. A ideia de que cada um pode pegar seu carro e ir para onde quiser está sob ameaça", disse.

O presidente da Shell do Brasil, André Araújo, informou nesta quinta-feira (4) que aguarda mais detalhes sobre conteúdo local e sobre o programa exploratório do primeiro leilão do pré-sal, do Campo de Libra, marcado para outubro, para decidir a possibilidade de a petrolífera participar da rodada.


O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), presidido pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, publicou esta quinta, no Diário Oficial da União, resolução  aprovando os parâmetros técnicos e econômicos dos contratos de partilha de produção para a primeira rodada do pré-sal.


Será o primeiro leilão sob o regime de partilha. Segundo o documento, a participação mínima da Petrobras no consórcio vencedor do leilão será de 30% e o valor do bônus de assinatura, de R$ 15 bilhões, dos quais R$ 50 milhões serão destinados à União.


"A indústria falava entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões sobre o bônus mínimo. Veio no meio da faixa. Agora resta aguardar a Agência Nacional de Petróleo publicar o draft (rascunho) do contrato e o edital para podermos focar no modelo econômico", disse.


Ele espera que o edital seja publicado até o fim de julho. "Esse prazo nos dá conforto para estarmos prontos para saber se participamos ou não do leilão. Temos que saber o papel que a empresa vai ter dentro do consórcio", afirmou.


O executivo confirmou que a Shell tem encomendas de dois carregamentos de óleo da OGX. Ele disse que a transação não é um contrato, mas um compromisso, sem prejuízos financeiros caso a OGX não tenha óleo para entregar.


"Não existe dinheiro envolvido. Se o óleo estiver disponivel, o compromisso é entregar para a Shell", explicou.



Cenários da Shell


Nos próximos 30 anos, as cidades deverão usar 80% do total da energia do mundo, enquanto nos dias de hoje usam 66% dessa energia. Este é um dos panoramas do futuro previsto pela Shell no livro "Cenários sob novas lentes", lançado nesta quinta-feira (4), no Rio de Janeiro.


O estudo aponta ainda para a substituição parcial do carvão pelo gás, o que vai contribuir para uma rápida redução das emissões de gases causadores do efeito estufa.


André Araújo, presidente da Shell do Brasil, ao lançar o estudo, ressaltou que  o mundo é feito de parcerias, que não se decide nada sozinho.


"Após a crise global, o cenário é de volatilidade. O conceito de trabalhar dentro da volatilidade é o que a gente vive. O crescimento populacional, um cenário político que muda do Oriente para o Ocidente, mais demanda de  energia, água, alimentos são situações que levarão sociedade, empresas, governos e academia a se unirem para buscar as soluções", disse.


O professor de economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro Edmar Almeida disse que a recente mobilização social que tomou conta das ruas do país no último mês é um exemplo do que pode ser a discussão sobre o futuro de energia.


"A tendência é que a sociedade tenha participação e manifestação mais forte no papel das empresas e do governo no setor de energia", disse.


Para ele, o futuro da energia passa pelo gás de xisto e pelas novas energias renováveis, com  algum protagonismo das energias convencionais, petróleo, gás convencional e carvão.


O professor considera o gás de xisto a vedete do planejamento energético, mas disse que existem problemas de mobilização de recursos tecnológicos e humanos.


"São desafios importantes a serem vencidos na exploração do gás de xisto, apesar do grande potencial do país. Esses desafios vão requerer outro tipo de capacitação das empresas que é abrir o debate com a sociedade".


Como exemplo, o professor citou os transportes nas grandes cidades, que motivaram alguns dos protestos que o país viu no último mês.


"O transporte é insustentável, inaceitável. Vão ter que ser discutidas regras sobre uso de automóveis. A ideia de que cada um pode pegar seu carro e ir para onde quiser está sob ameaça", disse.

 



Fonte: G1
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar