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Mercado

Shell concretiza compra da BG

16/02/2016 | 18h13
Shell concretiza compra da BG
Divulgação Shell Divulgação Shell

No dia 15 de fevereiro entrou em vigor a primeira grande fusão do setor de petróleo em mais de uma década. Com a aquisição, as reservas mundiais da anglo-holandesa aumentaram cerca de 30%, passando de 13 bilhões para 17 bilhões de barris de óleo equivalente (boe).

 A Shell tem como principal ativo no Brasil a participação de 20% no campo de Libra, anunciada pelo governo brasileiro como a maior província petrolífera descoberta no país, com 8 a 12 bilhões de barris recuperáveis de petróleo. Agora, além de agregar ao seu portfólio 25% do campo de Lula, o principal produtor do pré-sal e o líder nacional em produção de gás natural, a operadora passa a ter participação em áreas produtoras estratégicas, como Sapinhoá e Iracema.“Os investimentos no pré-sal no Brasil se manterão firmes e sólidos. Continuo esperando que o Brasil terá grande apelo para investidores este ano e nos anos vindouros”, assegurou Ben van Beurden, presidente global da Shell. Com a compra da BG, a empresa se torna a segunda maior produtora no Brasil, com 240 mil boe/d.A Shell incorporou também 25% da área de Iara – que teve sua comercialidade declarada em 2014, dando origem a três campos sob regime de concessão: Berbigão, Sururu e Atapu. Tem ainda 30% do campo de Lapa (antiga área de Carioca), no qual a Petrobras estimou um volume de 459 milhões de boe, quando fez a declaração de comercialidade em 2013.Tacadas certeiras: pré-sal e GNL – O pré-sal apresenta o maior potencial de expansão das reservas da empresa nas próximas décadas, que pretende elevar a produção no Brasil para 550 mil barris de petróleo por dia (bpd) até 2020. "O Brasil será um dos três principais países para a Shell e, em uma perspectiva de exploração e produção, provavelmente será o país mais valioso em nosso portfólio" afirmou Beurden.Em vista do cenário que indica que a demanda por gás natural terá o crescimento mais acelerado dentre os combustíveis fósseis até 2035 – e que a maior parcela será atendida por fontes de gás natural liquefeito (GNL) –, a Shell garantiu acesso às reservas estratégicas de gás no Leste da África, EUA e principalmente na Austrália, onde a BG construiu uma das maiores estações de liquefação de gás no mundo, a Queensland Curtis LNG.Assim, a companhia está ampliando sua capacidade de produção de GNL para 45 milhões de toneladas métricas, marca que a tornará a maior participante do mercado mundial com 18%.



Fonte: Assessoria/Redação
Autor: Redação
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