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1º Leilão do Pré-Sal

Shell comemora participação em Libra

21/10/2013 | 17h38
Shell comemora participação em Libra
Divulgação Shell Divulgação Shell

 

Em nota divulgada logo após o encerramento do 1º Leilão do Pré-Sal, a Shell comemorou a participação no prospecto de Libra. "A descoberta de petróleo em Libra, no Brasil, é uma das maiores acumulações de petróleo em águas profundas do mundo, e estamos ansiosos para aplicar a nossa experiência global e tecnologia no apoio ao desenvolvimento exitoso dessa importante oportunidade", afirmou  o CEO do grupo Royal Dutch Shell, Peter Voser.
A Shell detém 20% do consórcio vencedor. A Petrobras, como operadora, tem 40%. A Total, com 20%, além de CNPC e CNOOC, cada uma com 10%, completam o grupo, que trabalhará em conjunto e de forma integrada para apoiar a estatal brasileira, incorporando as habilidades em águas profundas, o pessoal e a tecnologia de cada uma das empresas com vistas ao sucesso do empreendimento.
O contrato de partilha de produção deve ser assinado em novembro de 2013. Como parte da proposta vencedora, a Shell pagará R$ 3 bilhões - equivalentes a 20% do total do bônus de assinatura de R$ 15 bilhões - e cumprirá o programa mínimo de trabalho para "Declarar Comercialidade" até o fim de 2017.
O reservatório de Libra está localizado em águas ultraprofundas na Bacia de Santos, a cerca de 170 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. O bloco cobre aproximadamente 1.550 quilômetros quadrados a uma profundidade média de 2 mil metros de lâmina d’água. Estima-se que a acumulação de óleo esteja a cerca de 3.500 metros abaixo do fundo do mar.
A ANP avalia que o pico de produção possa chegar a 1,4 milhão de barris por dia. Estudos adicionais serão necessários para confirmar essa estimativa, o conceito de desenvolvimento e uma data para o primeiro óleo.

Em nota divulgada logo após o encerramento do 1º Leilão do Pré-Sal, a Shell comemorou a participação no prospecto de Libra. "A descoberta de petróleo em Libra, no Brasil, é uma das maiores acumulações de petróleo em águas profundas do mundo, e estamos ansiosos para aplicar a nossa experiência global e tecnologia no apoio ao desenvolvimento exitoso dessa importante oportunidade", afirmou  o CEO do grupo Royal Dutch Shell, Peter Voser.

A Shell detém 20% do consórcio vencedor. A Petrobras, como operadora, tem 40%. A Total, com 20%, além de CNPC e CNOOC, cada uma com 10%, completam o grupo, que trabalhará em conjunto e de forma integrada para apoiar a estatal brasileira, incorporando as habilidades em águas profundas, o pessoal e a tecnologia de cada uma das empresas com vistas ao sucesso do empreendimento.

O contrato de partilha de produção deve ser assinado em novembro de 2013. Como parte da proposta vencedora, a Shell pagará R$ 3 bilhões - equivalentes a 20% do total do bônus de assinatura de R$ 15 bilhões - e cumprirá o programa mínimo de trabalho para "Declarar Comercialidade" até o fim de 2017.

O reservatório de Libra está localizado em águas ultraprofundas na Bacia de Santos, a cerca de 170 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. O bloco cobre aproximadamente 1.550 quilômetros quadrados a uma profundidade média de 2 mil metros de lâmina d’água. Estima-se que a acumulação de óleo esteja a cerca de 3.500 metros abaixo do fundo do mar.

A ANP avalia que o pico de produção possa chegar a 1,4 milhão de barris por dia. Estudos adicionais serão necessários para confirmar essa estimativa, o conceito de desenvolvimento e uma data para o primeiro óleo.



Fonte: Ascom Shell
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