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Indústria Química

Setor registra resultados negativos no quadrimestre

29/05/2014 | 18h07

 

O índice de produção da indústria química caiu 7,41% no quadrimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo apuração preliminar da Equipe de Economia e Estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). As vendas internas também apresentaram redução de 2,34%. Na mesma base de comparação, o Consumo Aparente Nacional (CAN) – importante indicador da demanda interna por produtos químicos de uso industrial – caiu 5,6%, enquanto o volume de importações cresceu 3,8% e o de exportações caiu 13,3%.
De acordo com a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, esses resultados evidenciam uma conjuntura crítica, que se agravou no período recente. “Está difícil vender no mercado interno e também no externo. Toda a indústria brasileira tem perdido competitividade e não tem sido diferente com a química", esclareceu a diretora. Ela explica que o setor, atualmente, dependente de matérias-primas e de alguns insumos energéticos.
O cenário preocupante de crise energética e possibilidade de falta de água trazem insegurança e encarecem a produção do segmento, que opera em processo contínuo e não pode parar a produção abruptamente. A expectativa do final do ano passado, que era a de que 2014 apresentaria volumes semelhantes aos do ano anterior, com possível elevação de produção e de vendas, não se confirmou. Pelo contrário, os resultados estão em trajetória de declínio.
No que se refere às vendas internas, após a elevação atípica de 13,76% de janeiro, o índice vem apresentando quedas nos três últimos meses: -7,34% em fevereiro, -0,92% em março e -2,42% em abril. No acumulado do ano, o índice de vendas inverteu sinal, passando a exibir recuo de 2,34%, na comparação com igual período do ano passado.
Na comparação com abril de 2013, o índice médio de produção caiu 13,18% em abril deste ano. O índice de utilização da capacidade instalada ficou em apenas 75% em abril, oito pontos abaixo da média registrada em igual mês do ano passado. Na média dos primeiros quatro meses, a taxa de ocupação está em 78%, quatro pontos abaixo da de igual período de 2013. Segundo Fátima Giovanna, ainda que esses resultados tenham sido impactados pela realização generalizada de paradas para manutenção, muitas delas também só aconteceram em razão de um cenário negativo de demanda.
“Preocupa a Abiquim o fato de esses resultados demonstrarem uma diminuição da demanda nacional por produtos químicos, o que pode também significar uma maior importação de produtos acabados. Caso isso venha a se confirmar, o Brasil pode estar desestruturando importantes cadeias produtivas que são dependentes de produtos químicos nas suas bases de produção”, finaliza.

O índice de produção da indústria química caiu 7,41% no quadrimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo apuração preliminar da Equipe de Economia e Estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). As vendas internas também apresentaram redução de 2,34%. Na mesma base de comparação, o Consumo Aparente Nacional (CAN) – importante indicador da demanda interna por produtos químicos de uso industrial – caiu 5,6%, enquanto o volume de importações cresceu 3,8% e o de exportações caiu 13,3%.

De acordo com a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, esses resultados evidenciam uma conjuntura crítica, que se agravou no período recente. “Está difícil vender no mercado interno e também no externo. Toda a indústria brasileira tem perdido competitividade e não tem sido diferente com a química", esclareceu a diretora. Ela explica que o setor, atualmente, dependente de matérias-primas e de alguns insumos energéticos.

O cenário preocupante de crise energética e possibilidade de falta de água trazem insegurança e encarecem a produção do segmento, que opera em processo contínuo e não pode parar a produção abruptamente. A expectativa do final do ano passado, que era a de que 2014 apresentaria volumes semelhantes aos do ano anterior, com possível elevação de produção e de vendas, não se confirmou. Pelo contrário, os resultados estão em trajetória de declínio.

No que se refere às vendas internas, após a elevação atípica de 13,76% de janeiro, o índice vem apresentando quedas nos três últimos meses: -7,34% em fevereiro, -0,92% em março e -2,42% em abril. No acumulado do ano, o índice de vendas inverteu sinal, passando a exibir recuo de 2,34%, na comparação com igual período do ano passado.

Na comparação com abril de 2013, o índice médio de produção caiu 13,18% em abril deste ano. O índice de utilização da capacidade instalada ficou em apenas 75% em abril, oito pontos abaixo da média registrada em igual mês do ano passado. Na média dos primeiros quatro meses, a taxa de ocupação está em 78%, quatro pontos abaixo da de igual período de 2013. Segundo Fátima Giovanna, ainda que esses resultados tenham sido impactados pela realização generalizada de paradas para manutenção, muitas delas também só aconteceram em razão de um cenário negativo de demanda.

“Preocupa a Abiquim o fato de esses resultados demonstrarem uma diminuição da demanda nacional por produtos químicos, o que pode também significar uma maior importação de produtos acabados. Caso isso venha a se confirmar, o Brasil pode estar desestruturando importantes cadeias produtivas que são dependentes de produtos químicos nas suas bases de produção”, finaliza.

 



Fonte: Ascom Abiquim
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