acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Indicadores

Setor de tecnologia da informação crescerá 7,3% neste ano

27/06/2013 | 14h19

 

Companhias de tecnologia da informação (TI) e entidades que representam as indústrias de software, serviços e equipamentos de tecnologia preveem uma demanda aquecida para o setor no Brasil em 2013 e nos próximos anos.
A Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) estima que o setor de TI vai faturar este ano no Brasil US$ 132 bilhões, o que vai representar um crescimento de 7,3% em relação a 2012, quando o setor faturou US$ 123 bilhões. Desse valor total, US$ 54 bilhões referem-se ao valor gerado a partir do desenvolvimento de inovação e tecnologia dentro das empresas pelas equipes de TI, mas não é um volume comercial transacionado.
De acordo com a Brasscom, as vendas de hardware devem chegar a US$ 35,3 bilhões. As vendas de software devem somar US$ 9,5 bilhões e as de serviços, US$ 21,2 bilhões (incluindo o segmento de serviços de terceirização de TI).
Antonio Gil, presidente da Brasscom, observou que o setor de TI responde por aproximadamente 5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, enquanto em economias maduras, o setor movimenta algo em torno de 8% do PIB.
“Uma participação de 8% no PIB é quanto deveria ser. Por isso a meta para o setor é se desenvolver para alcançar essa marca até 2022”, afirmou. Esse crescimento equivale a uma expansão de 54% na receita do setor no prazo de dez anos. Gil considerou como fatores que podem estimular esse crescimento o aumento do uso de TI em empresas pequenas e médias e o avanço da sua adoção no setor público e nos setores de educação e saúde.
Gerson Schmitt, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), disse que o mercado brasileiro de software e serviços cresceu 26,7% no ano passado, chegando a US$ 24,43 bilhões e estima para este ano uma expansão do mercado brasileiro na faixa dos 20%.
“Este é um mercado que não para de crescer, mas temos capacidade de produzir melhor mudando o modelo de negócios”, disse. O executivo defendeu o estímulo à propriedade intelectual de softwares no Brasil e criticou a decisão do governo federal de estimular mais a produção de software livre, que é baseada em serviços, em detrimento do desenvolvimento de tecnologia proprietária no Brasil.
“Perdemos dez anos discutindo software livre, enquanto o resto do mundo investiu em redes, nuvem e em outras tecnologias que dominam o mercado”, disse.
Humberto Barbato, presidente Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), prevê para o mercado de TI e telecom no país um crescimento em torno de 6% em 2013, chegando a R$ 69,9 bilhões. Nesse cálculo, ele inclui as vendas de equipamentos como computadores e celulares. O crescimento, segundo ele, será impulsionado sobretudo pela substituição de celulares comuns por smartphones e pela ampla adoção de tablets.
Cleber Morais, presidente da Bematech, especializada em equipamentos de TI para o varejo, prevê um crescimento de pelos menos 10% nas vendas de software no Brasil este ano. Para o mercado de software, ele estima um incremento maior, mas não cita um número.
“O mercado de varejo, por exemplo, começa a apresentar uma forte demanda por software e serviços de TI, que é um movimento novo”, disse Morais. Ele também citou como uma demanda crescente no país os pedidos das empresas por serviços de gestão e grandes volumes de dados (“Big Data”) e a procura por softwares que facilitam o relacionamento entre a empresa e seus públicos, como redes sociais corporativas.
Alexandre Dinkelmann, vice-presidente-executivo para estratégia e finanças da Totvs, não citou números, mas também afirmou que a companhia prevê crescimento no país este ano. Ele citou como principais impulsionadores a grande demanda das empresas por software e serviços de Ti que podem ser acessados remotamente por internet (na chamada nuvem computacional), procura por centros de dados e softwares para desenvolver novos negócios a partir do grande volume de dados que as empresas possuem. Ele também citou um aumento da procura por softwares de gestão empresarial e para gestão da rede de dispositivos fixos e móveis das empresas.

Companhias de tecnologia da informação (TI) e entidades que representam as indústrias de software, serviços e equipamentos de tecnologia preveem uma demanda aquecida para o setor no Brasil em 2013 e nos próximos anos.


A Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) estima que o setor de TI vai faturar este ano no Brasil US$ 132 bilhões, o que vai representar um crescimento de 7,3% em relação a 2012, quando o setor faturou US$ 123 bilhões. Desse valor total, US$ 54 bilhões referem-se ao valor gerado a partir do desenvolvimento de inovação e tecnologia dentro das empresas pelas equipes de TI, mas não é um volume comercial transacionado.


De acordo com a Brasscom, as vendas de hardware devem chegar a US$ 35,3 bilhões. As vendas de software devem somar US$ 9,5 bilhões e as de serviços, US$ 21,2 bilhões (incluindo o segmento de serviços de terceirização de TI).


Antonio Gil, presidente da Brasscom, observou que o setor de TI responde por aproximadamente 5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, enquanto em economias maduras, o setor movimenta algo em torno de 8% do PIB.


“Uma participação de 8% no PIB é quanto deveria ser. Por isso a meta para o setor é se desenvolver para alcançar essa marca até 2022”, afirmou. Esse crescimento equivale a uma expansão de 54% na receita do setor no prazo de dez anos. Gil considerou como fatores que podem estimular esse crescimento o aumento do uso de TI em empresas pequenas e médias e o avanço da sua adoção no setor público e nos setores de educação e saúde.


Gerson Schmitt, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), disse que o mercado brasileiro de software e serviços cresceu 26,7% no ano passado, chegando a US$ 24,43 bilhões e estima para este ano uma expansão do mercado brasileiro na faixa dos 20%.


“Este é um mercado que não para de crescer, mas temos capacidade de produzir melhor mudando o modelo de negócios”, disse. O executivo defendeu o estímulo à propriedade intelectual de softwares no Brasil e criticou a decisão do governo federal de estimular mais a produção de software livre, que é baseada em serviços, em detrimento do desenvolvimento de tecnologia proprietária no Brasil.


“Perdemos dez anos discutindo software livre, enquanto o resto do mundo investiu em redes, nuvem e em outras tecnologias que dominam o mercado”, disse.


Humberto Barbato, presidente Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), prevê para o mercado de TI e telecom no país um crescimento em torno de 6% em 2013, chegando a R$ 69,9 bilhões. Nesse cálculo, ele inclui as vendas de equipamentos como computadores e celulares. O crescimento, segundo ele, será impulsionado sobretudo pela substituição de celulares comuns por smartphones e pela ampla adoção de tablets.


Cleber Morais, presidente da Bematech, especializada em equipamentos de TI para o varejo, prevê um crescimento de pelos menos 10% nas vendas de software no Brasil este ano. Para o mercado de software, ele estima um incremento maior, mas não cita um número.


“O mercado de varejo, por exemplo, começa a apresentar uma forte demanda por software e serviços de TI, que é um movimento novo”, disse Morais. Ele também citou como uma demanda crescente no país os pedidos das empresas por serviços de gestão e grandes volumes de dados (“Big Data”) e a procura por softwares que facilitam o relacionamento entre a empresa e seus públicos, como redes sociais corporativas.


Alexandre Dinkelmann, vice-presidente-executivo para estratégia e finanças da Totvs, não citou números, mas também afirmou que a companhia prevê crescimento no país este ano. Ele citou como principais impulsionadores a grande demanda das empresas por software e serviços de Ti que podem ser acessados remotamente por internet (na chamada nuvem computacional), procura por centros de dados e softwares para desenvolver novos negócios a partir do grande volume de dados que as empresas possuem. Ele também citou um aumento da procura por softwares de gestão empresarial e para gestão da rede de dispositivos fixos e móveis das empresas.

 



Fonte: Valor Online
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar