acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Política

Setor de máquinas quer mais estímulos

23/06/2014 | 10h38

 

A indústria de máquinas e equipamentos do país viu nos últimos dias o governo atender dois de seus pedidos recentes: a prorrogação do Programa de Sustentabilidade do Investimento (PSI) e o retorno do Reintegra. O governo também melhorou as condições para o Refis, embora não completamente como pedia o setor. Ainda assim, os fabricantes estão desanimados.
O necessário, afirmam as empresas, seria o aumento dos investimentos produtivos no país e em infraestrutura, o que elevaria a demanda por máquinas no mercado local. No caso do crédito para a compra das máquinas, as companhias afirmam que o PSI é importante, mas que não garante a melhora dos negócios.
O PSI garante crédito a um juro de 6% para grandes empresas comprarem máquinas e de 4,5% para micro, pequenas e médias. Os executivos dizem o programa ajuda principalmente as empresas menores, mas não chega a impulsionar o setor. "Ninguém toma decisão de comprar máquinas só por causa do incentivo do juro mais baixo", afirma um executivo. Além disso, alguns comentam que seus clientes têm apresentado dificuldades, neste ano, para conseguir a liberação do crédito do PSI nos bancos.
Em entrevistas recentes, quatro executivos do setor disseram ao 'Valor' que o ano "está fraco", "lento" ou "está longe de ser maravilhoso" nos segmentos em que atuam. Algumas delas têm buscado o mercado externo como alternativa para crescer. É o caso da Ciber. A empresa vende equipamentos rodoviários e fabrica usinas de asfalto no Brasil e tem reforçado sua estratégia de elevar exportações.
Os executivos observam que é difícil, mesmo ao fim do segundo trimestre, ter visibilidade sobre como será o segundo semestre.
Dados recentes da Abimaq, associação que representa as empresas de máquinas e equipamentos, confirmam o enfraquecimento do mercado local e o fortalecimento das vendas para fora. Segundo a entidade, só estão crescendo neste ano as vendas para o exterior. De janeiro a abril deste ano, as exportações cresceram 27% e foram responsáveis por 45% das vendas do setor, que somaram R$ 22,52 bilhões, queda de 10,7% em um ano. Enquanto isso, as vendas para o mercado interno caíram 30,6% sobre os quatro primeiros meses de 2013.
A Abimaq diz que o governo tem mostrado interesse nas questões do setor e que tem expectativas de que os negócios no país possam melhorar no ano que vem. Na semana passada, Carlos Pastoriza, diretor-secretário e presidente eleito da entidade, disse que a presidente Dilma Rousseff indicou em reunião que pretende adotar rapidamente um programa para a modernização do parque industrial brasileiro, o que poderia dar um impulso mais forte ao setor.

A indústria de máquinas e equipamentos do país viu nos últimos dias o governo atender dois de seus pedidos recentes: a prorrogação do Programa de Sustentabilidade do Investimento (PSI) e o retorno do Reintegra. O governo também melhorou as condições para o Refis, embora não completamente como pedia o setor. Ainda assim, os fabricantes estão desanimados.

O necessário, afirmam as empresas, seria o aumento dos investimentos produtivos no país e em infraestrutura, o que elevaria a demanda por máquinas no mercado local. No caso do crédito para a compra das máquinas, as companhias afirmam que o PSI é importante, mas que não garante a melhora dos negócios.

O PSI garante crédito a um juro de 6% para grandes empresas comprarem máquinas e de 4,5% para micro, pequenas e médias. Os executivos dizem o programa ajuda principalmente as empresas menores, mas não chega a impulsionar o setor. "Ninguém toma decisão de comprar máquinas só por causa do incentivo do juro mais baixo", afirma um executivo. Além disso, alguns comentam que seus clientes têm apresentado dificuldades, neste ano, para conseguir a liberação do crédito do PSI nos bancos.

Em entrevistas recentes, quatro executivos do setor disseram ao 'Valor' que o ano "está fraco", "lento" ou "está longe de ser maravilhoso" nos segmentos em que atuam. Algumas delas têm buscado o mercado externo como alternativa para crescer. É o caso da Ciber. A empresa vende equipamentos rodoviários e fabrica usinas de asfalto no Brasil e tem reforçado sua estratégia de elevar exportações.

Os executivos observam que é difícil, mesmo ao fim do segundo trimestre, ter visibilidade sobre como será o segundo semestre.

Dados recentes da Abimaq, associação que representa as empresas de máquinas e equipamentos, confirmam o enfraquecimento do mercado local e o fortalecimento das vendas para fora. Segundo a entidade, só estão crescendo neste ano as vendas para o exterior. De janeiro a abril deste ano, as exportações cresceram 27% e foram responsáveis por 45% das vendas do setor, que somaram R$ 22,52 bilhões, queda de 10,7% em um ano. Enquanto isso, as vendas para o mercado interno caíram 30,6% sobre os quatro primeiros meses de 2013.

A Abimaq diz que o governo tem mostrado interesse nas questões do setor e que tem expectativas de que os negócios no país possam melhorar no ano que vem. Na semana passada, Carlos Pastoriza, diretor-secretário e presidente eleito da entidade, disse que a presidente Dilma Rousseff indicou em reunião que pretende adotar rapidamente um programa para a modernização do parque industrial brasileiro, o que poderia dar um impulso mais forte ao setor.

 



Fonte: Valor Econômico
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar