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Prejuízo

Setor de energia dos EUA é vulnerável a ataques cibernéticos

27/06/2013 | 11h17

 

As operações petrolíferas e de gás natural nos Estados Unidos estão cada vez mais vulneráveis a ataques cibernéticos, que podem prejudicar a competitividade das empresas de energia ou levar a interrupções custosas em oleodutos, refinarias ou plataformas de perfuração. Constatação é do relatório Conselho de Relações Exteriores (CFR, na sigla em inglês), divulgado nesta quarta-feira (26).
O setor de energia, incluindo os produtores de petróleo e gás, foi mais atingido por ataques de malware mais direcionados, de abril a setembro do ano passado, do que qualquer outra indústria, disse o relatório, citando dados de uma empresa de segurança com sede em Houston, a Alert Logic.
Ataques cibernéticos a empresas de energia, que estão aumentando em frequência e sofisticação, assumem duas formas principais, segundo o documento do CFR. O primeiro tipo, cyber espionagem, é realizado por agências estrangeiras de inteligência e defesa, crime organizado, ou hackers independentes.
Estas entidades capturam secretamente dados corporativos confidenciais ou comunicações com o objetivo de reunir inteligência de segurança comercial ou nacional.
Empresas de energia dos Estados Unidos estão sujeitas a frequentes, e muitas vezes bem sucedidas, tentativas por parte dos concorrentes e governos estrangeiros para acessar planos estratégicos de longo prazo, as propostas de ofertas para novas áreas de perfuração, conversas com autoridades estrangeiras e outros segredos comerciais, disse o relatório.


As operações petrolíferas e de gás natural nos Estados Unidos estão cada vez mais vulneráveis a ataques cibernéticos, que podem prejudicar a competitividade das empresas de energia ou levar a interrupções custosas em oleodutos, refinarias ou plataformas de perfuração. Constatação é do relatório Conselho de Relações Exteriores (CFR, na sigla em inglês), divulgado nesta quarta-feira (26).



O setor de energia, incluindo os produtores de petróleo e gás, foi mais atingido por ataques de malware mais direcionados, de abril a setembro do ano passado, do que qualquer outra indústria, disse o relatório, citando dados de uma empresa de segurança com sede em Houston, a Alert Logic.


Ataques cibernéticos a empresas de energia, que estão aumentando em frequência e sofisticação, assumem duas formas principais, segundo o documento do CFR. O primeiro tipo, cyber espionagem, é realizado por agências estrangeiras de inteligência e defesa, crime organizado, ou hackers independentes.



Estas entidades capturam secretamente dados corporativos confidenciais ou comunicações com o objetivo de reunir inteligência de segurança comercial ou nacional.



Empresas de energia dos Estados Unidos estão sujeitas a frequentes, e muitas vezes bem sucedidas, tentativas por parte dos concorrentes e governos estrangeiros para acessar planos estratégicos de longo prazo, as propostas de ofertas para novas áreas de perfuração, conversas com autoridades estrangeiras e outros segredos comerciais, disse o relatório.



Fonte: Redação/ Agências
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