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Indústria naval

Senado `emperra` obra do estaleiro Atlântico Sul

02/10/2006 | 00h00

Início do serviço só sai depois que parlamentares ampliarem crédito da Transpetro

O fim das eleições para deputados e senadores marca a volta dos trabalhos no Congresso Nacional, o que pode, em tese, `destravar` o início da instalação do Estaleiro Atlântico Sul, no Complexo Industrial Portuário de Suape. É que o consórcio responsável pelo estaleiro, formado pelas empresas Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Samsung e a Arker Promar, está apenas aguardando a assinatura dos contratos referentes à construção de dez navios tipo Suezmax, no valor de US$ 1,2 bilhão, com a Transpetro (subsidiária de logística da Petrobras), para começar a obra da unidade naval.

No entanto, o `sinal verde` da Transpetro só sairá depois que os senadores aprovarem a ampliação do seu limite de endividamento em R$ 5,6 bilhões, para que a empresa possa tomar empréstimo do Fundo de Marinha Mercante (FMM). A subsidiária empregará esse dinheiro no pagamento dos navios que serão construídos pelo Atlântico Sul e de 16 petroleiros que serão feitos em outros estaleiros no País também vencedores da licitação do Programa de Modernização e Expansão da Frota.

O pedido da Transpetro para aumentar seu poder de endividamento foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado desde o dia 2 de agosto, mas empacou no plenário do Senado. O recesso branco - afastamento extra-oficial devido ao período de eleições - esvaziou aquela Casa Legislativa e a medida não teve quórum para ser votada.

De acordo com informações da Camargo Corrêa, o projeto de ampliação do limite de crédito da Transpetro deve entrar na pauta da sessão deliberativa desta quinta-feira, dia 5. Mas, até o fim do expediente do Senado na última sexta-feira, o projeto não estava programado para nenhuma das três sessões deliberativas desta semana. Durante todo o mês de outubro, o Senado deve ter sessões deliberativas todas as terças, quartas e quintas-feiras.

Também ficou para depois das eleições a reunião entre a Camargo Corrêa e as concessionárias estaduais de gás, água e energia elétrica, onde serão discutidas e planejadas todas as demandas desses suprimentos pelo estaleiro. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Alexandre Valença a reunião, já remarcada duas vezes, deve acontecer dentro de 15 dias.

Quando estiver pronto, o Atlântico Sul será o maior estaleiro do Hemisfério Sul. A obra custará US$ 220 milhões. Durante a instalação e na fase de produção, terá capacidade de gerar 22 mil empregos diretos e indiretos.



Fonte: Folha de Pernambuco
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