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Santos Offshore 2012

Seminários técnicos de infraestrutura de E&P e logística encerram a conferência

19/10/2012 | 18h45
Seminários técnicos de infraestrutura de E&P e logística encerram a conferência
TN Petróleo TN Petróleo

 

Os desafios e soluções tecnológicas para a produção de novos campos na Bacia de Santos foi o tema da última palestra da Santos Offshore 2012, que encerra hoje. As apresentações técnicas dissertaram sobre a ampliação da infraestrutura de exploração e produção (E&P) do pré-sal na região da Baixada Santista.
A primeira palestra foi ministrada pelo diretor de engenharia da Saipem do Brasil Serviços de Petróleo, Alexandre Mitchell que falou sobre alternativas ao escoamento da produção e a logística de apoio Offshore. Durante a apresentação foram mostrados desafios e oportunidades para o setor, como profundidade cada vez mais alta e a longa distância até a costa, focando o escoamento do óleo e gás.
João Luiz Ponce Maia, consultor técnico da Petrobras, apresentou a importância do projeto de eficiência energética nas instalações marítimas de produção de petróleo. Para o executivo, esta é uma oportunidade para o aumento da produção e do aproveitamento do gás natural, um insumo energético estratégico.
"Hoje observamos que a indústria do petróleo está visando a sustentabilidade e o aumento da eficiência energética nos processos produtivos e no consumo final é por si uma nova fonte de energia. A eficiência energética é o combustível do futuro com grande potencial de aumento de produção e otimização dos custos nas instalações marítimas de produção, ela ainda agrega valor ao processo produtivo", comentou.
Segundo Maia, a flexibilidade no uso de gás aumenta a eficiência energética e a redução de queima de consumo também. De acordo com ele, o gás natural no Brasil vai fazer a transição para uma indústria mais renovável a partir dos processos de produção que vai cada vez se intensificar mais com o crescimento de nossas reservas.
"Temos que saber integrar e fazer o equilíbrio entre os projetos e as práticas visando a maximização operacional e como consequência, a eficiência energética", finaliza.
Elísio Caetano, consultor sênior da Petrobras, comentou ainda sobre o Centro de Pesquisa Tecnológica em Petróleo e Gás da Baixada Santista (Cenpeg/BS), que integrará o Parque Tecnológico de Santos.
De acordo com o consultor no primeiro semestre de 2013 o projeto será finalizado, iniciando assim as obras no segundo semestre do mesmo ano e finalmente estando operacional em 2015. Os temas priorizados para o Cenpeg são Monitoramento Ambiental, Gerenciamento Remoto, Logística, Automação de Processos, Realidade Virtual, Computação de Alto Desempenho e Interação Homem e Máquina.
Caetano ressaltou que o centro não será um espaço de uso exclusivo da Petrobras, ele será voltado para a indústria do petróleo, no segmento de exploração e produção, e qualquer companhia poderá solicitar serviços desse centro.
"O Cenpeg/BS será um centro de pesquisa e desenvolvimento (P&D), de participação multi-institucional, atuando em multitemas tecnológicos contidos nos conceitos de GIOp - Gerenciamento Integrado de Operações de E&P no ambiente marinho de lâmina d'agua ultraprofunda e à grande distância da costa", indicou.
Marco Aurélio Linhares Matias, presidente da Fundação Parque Tecnológico de Santos, também presente, disse que São Paulo não tem o perfil de cidade em P&D como o Rio de Janeiro, mas com o surgimento do centro se prepara para fomentar essa mudança, pois segundo ele com a exploração do pré-sal, muitas empresas se instalarão no litoral paulista e o Parque Tecnológico de Santos será o berço de boa parte delas.
"O Parque Tecnológico de Santos tem como foco as áreas de petróleo, gás natural, porto, meio ambiente, tecnologia da informação e logística. Atualmente, fazem parte as empresas Usiminas, Petrobras e Codesp; universidades públicas, além da Unifesp e Fatec", apontou.
O parque ficará localizado entre os bairros do Valongo e Vila Mathias e será voltado às áreas de petróleo, gás natural, porto, tecnologia da informação, meio ambiente e logística.
Participaram ainda do painel, Osvair Vidal Trevisan, diretor do CEPETRO (Centro de Estudos de Petróleo) da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) e Arlindo Lima Charbel, diretor do Comitê de óleo e gás da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Os desafios e soluções tecnológicas para a produção de novos campos na Bacia de Santos foi o tema da última palestra da Santos Offshore 2012, que encerra hoje. As apresentações técnicas dissertaram sobre a ampliação da infraestrutura de exploração e produção (E&P) do pré-sal na região da Baixada Santista.


A primeira palestra foi ministrada pelo diretor de engenharia da Saipem do Brasil Serviços de Petróleo, Alexandre Mitchell que falou sobre alternativas ao escoamento da produção e a logística de apoio Offshore. Durante a apresentação foram mostrados desafios e oportunidades para o setor, como profundidade cada vez mais alta e a longa distância até a costa, focando o escoamento do óleo e gás.


João Luiz Ponce Maia, consultor técnico da Petrobras, apresentou a importância do projeto de eficiência energética nas instalações marítimas de produção de petróleo. Para o executivo, esta é uma oportunidade para o aumento da produção e do aproveitamento do gás natural, um insumo energético estratégico.


"Hoje observamos que a indústria do petróleo está visando a sustentabilidade e o aumento da eficiência energética nos processos produtivos e no consumo final é por si uma nova fonte de energia. A eficiência energética é o combustível do futuro com grande potencial de aumento de produção e otimização dos custos nas instalações marítimas de produção, ela ainda agrega valor ao processo produtivo", comentou.


Segundo Maia, a flexibilidade no uso de gás aumenta a eficiência energética e a redução de queima de consumo também. De acordo com ele, o gás natural no Brasil vai fazer a transição para uma indústria mais renovável a partir dos processos de produção que vai cada vez se intensificar mais com o crescimento de nossas reservas.


"Temos que saber integrar e fazer o equilíbrio entre os projetos e as práticas visando a maximização operacional e como consequência, a eficiência energética", finaliza.


Elísio Caetano, consultor sênior da Petrobras, comentou ainda sobre o Centro de Pesquisa Tecnológica em Petróleo e Gás da Baixada Santista (Cenpeg/BS), que integrará o Parque Tecnológico de Santos.


De acordo com o consultor no primeiro semestre de 2013 o projeto será finalizado, iniciando assim as obras no segundo semestre do mesmo ano e finalmente estando operacional em 2015. Os temas priorizados para o Cenpeg são Monitoramento Ambiental, Gerenciamento Remoto, Logística, Automação de Processos, Realidade Virtual, Computação de Alto Desempenho e Interação Homem e Máquina.


Caetano ressaltou que o centro não será um espaço de uso exclusivo da Petrobras, ele será voltado para a indústria do petróleo, no segmento de exploração e produção, e qualquer companhia poderá solicitar serviços desse centro.


"O Cenpeg/BS será um centro de pesquisa e desenvolvimento (P&D), de participação multi-institucional, atuando em multitemas tecnológicos contidos nos conceitos de GIOp - Gerenciamento Integrado de Operações de E&P no ambiente marinho de lâmina d'agua ultraprofunda e à grande distância da costa", indicou.


Marco Aurélio Linhares Matias, presidente da Fundação Parque Tecnológico de Santos, também presente, disse que São Paulo não tem o perfil de cidade em P&D como o Rio de Janeiro, mas com o surgimento do centro se prepara para fomentar essa mudança, pois segundo ele com a exploração do pré-sal, muitas empresas se instalarão no litoral paulista e o Parque Tecnológico de Santos será o berço de boa parte delas.


"O Parque Tecnológico de Santos tem como foco as áreas de petróleo, gás natural, porto, meio ambiente, tecnologia da informação e logística. Atualmente, fazem parte as empresas Usiminas, Petrobras e Codesp; universidades públicas, além da Unifesp e Fatec", apontou.


O parque ficará localizado entre os bairros do Valongo e Vila Mathias e será voltado às áreas de petróleo, gás natural, porto, tecnologia da informação, meio ambiente e logística.


Participaram ainda do painel, Osvair Vidal Trevisan, diretor do CEPETRO (Centro de Estudos de Petróleo) da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) e Arlindo Lima Charbel, diretor do Comitê de óleo e gás da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

 



Fonte: Redação TN
Autor: Maria Fernanda Romero
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