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Evento

Seminário Qualificar e Competir: Petróleo & Gás Natural debate os desafios do setor

01/08/2011 | 17h31
O Seminário Qualificar e Competir: Petróleo & Gás Natural, que aconteceu na última quinta-feira (28) na Firjan, no Centro do Rio de Janeiro, colocou em debate um tema fundamental para o avanço da economia brasileira: os desafios e a capacitação da indústria e da mão de obra na extração do petróleo e gás.

Paulo Fraga, diretor executivo da Ejesa abriu o seminário e destacou o compromisso do grupo com o futuro do país. “A vida começa aos 60 anos (em referência ao aniversário do jornal O Dia em junho), e gostaríamos de reforçar nosso compromisso em debater temas relevantes para a cidade do Rio de Janeiro e para o Brasil”, finalizou.

O presidente da Petrobrás José Sergio Gabrielli de Azevedo aproveitou a oportunidade para comentar o Plano de Investimentos da estatal para os próximos 5 anos, quando serão investidos R$ 224,7 bilhões com foco na exploração. “Aumentamos o investimento no pré-sal brasileiro. Nossa expectativa é que em 2020 o pré-sal represente 40,5% da produção da Petrobras. Já realizamos investimento em logística e refinaria, e por isso, poderemos focar nosso investimento em outras áreas nesse novo Plano de Investimento”, afirmou.

Gabrielli falou também sobre os investimentos no gás natural. “Agora iremos investir na flexibilização da oferta para se adaptar a demanda, transformar gás em uréia e amônia”, destacou. Sobre a logística de entrega do produto, reforçou: “A melhor rota é o gasoduto, estamos estudando duas rotas da Bacia de Santos para a costa brasileira. Por meio do gasoduto podemos qualificar o gás para a indústria”.

Em relação ao etanol, Gabrielli destacou que “a Petrobras é a 3º maior produtora de etanol do Brasil” e pretende aumentar o share de mercado para 12% até 2015”.

Alberto Machado, diretor de Petróleo, Gás, Bioenergia e Petroquímica da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), destacou os problemas enfrentados pela indústria “Os impostos no Brasil são muitos altos e encarecem o produto final, com esses impostos não conseguiremos ser tão competitivos”. Segundo Machado outros problemas encontrados são de infraestrutura, falta de qualificação da mão de obra e a elevada taxa de juros. “O Brasil tem a taxa de juros mais cara do mundo, quatro vezes mais que o 2º colocado, o Chile”, disse.

O 1º painel contou também com a presença de Joaquim Maia, diretor-presidente da Associação Brasileira de Engenharia Industrial - Abemi; Eloi Fernández y Fernández, diretor geral da Organização Nacional da Indústria do Petróleo - Onip e João Mariano, diretor do Centro de Excelência EPC.

Trabalho

O seminário também proporcionou discussão sobre a geração de empregos no setor e a importância da qualificação da mão de obra e dos fornecedores nacionais, para que estes tenham condições reais de competir pelas solicitações da Petrobras.

Segundo estimativa do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Gouvêa Vieira, toda a cadeia produtiva de petróleo e gás tem potencial para gerar 1,6 milhão de vagas. O dado foi baseado em estudo da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), que listou uma série de iniciativas importantes que deveriam ser realizadas pelo Governo para melhoria do setor como apoio a novos centros de excelência tecnológica, reforço do ensino médio profissionalizante e maior acesso ao crédito e aos insumos.

O evento contou com a apresentação de Regina Malta, diretora de Educação do Sistema Firjan, que reforçou a importância da mão de obra qualificada e demonstrou o que o Senai está fazendo neste âmbito, expandido suas unidades físicas e móveis, além da melhoria constante de seus cursos para que estejam em sintonia com a necessidade do setor.

Entre os outros participantes estavam Antônio Charbel José Zaib, Subsecretário de Formação e Qualificação Profissional, da Secretaria de Trabalho e Renda do Estado do Rio de Janeiro e José Renato Ferreira de Almeida, Coordenador Executivo do Prominp. O seminário contou com o patrocínio master da Petrobras, patrocínio do Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) e apoio Agência Nacional do Petróleo.
 
O evento foi organizado pelos jornais O Dia e Brasil Econômico.


Fonte: Redação
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