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Troca de experiências

Seminário internacional, no Rio de Janeiro, debate o descomissionamento de plataformas offshore

12/07/2007 | 00h00
Por Cassiano Viana

O futuro das mais de 100 plataformas fixas no Brasil foi tema do Seminário Internacional sobre Descomissionamento de Plataformas Offshore realizado nesta terça-feira (10) no Rio de Janeiro.

Promovido pelo governo britânico e pelo UK Brazil Centre of Ocean Engineering da COPPE/UFRJ, o seminário contou com a participação de palestrantes do Reino Unido, Petrobras, COPPE, British Petroleum (BP), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e Universidade de Campinas (UNICAMP).

O seminário integra o programa de eventos do Ano Brasileiro-Britânico da Ciência & Inovação (www.anodaciencia.com.br). Lançado em março de 2007, o programa é uma iniciativa conjunta dos governos brasileiro e britânico para o fomento da cooperação científica e para a realização de parcerias que possibilitem a transferência de conhecimento nos campos da ciência, tecnologia e inovação entre Brasil e Reino Unido.

“Este seminário marca o que está sendo desenvolvido no Brasil e no mundo. O Brasil tem diversas plataformas instaladas em águas rasas que estão perto do seu declínio de produção e, em breve, terão que ser fechadas e descomissionadas. O processo de descomissionamento destas plataformas implica em altos riscos ambientais, demandando maiores níveis de segurança operacional. A idéia aqui é iniciar o debate envolvendo o setor acadêmico, empresas, governo estadual e federal sobre o tema da desinstalação de plataformas e unidades submarinas de óleo e gás”, afirmou o diretor de Tecnologia e Inovação da COPPE/UFRJ, Segen Estefan.

Na ocasião, o Ibama apresentou a palestra Descomissionamento Offshore no Licenciamento Ambiental e a Unicamp a palestra Descomissionamento Offshore: questões econômicas e ambientais. Os palestrantes britânicos – dentre eles membros da University College London e da Circle Technical Services, empresa escocesa que tem experiência em mais de 130 projetos de descomissionamento ao redor do mundo, apresentaram suas experiências na área de pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias para lidar com descomissionamento de plataformas fixas nos campos antigos do Mar do Norte.

“O descomissionamento de plataformas é uma atividade importante, de custos altíssimos e de grandes impactos no meio-ambiente”, afirmou o Cônsul Geral Britânico no Rio de Janeiro, Tim Flear. “O Reino Unido tem larga experiência de projetos nesta área advinda do desenvolvimento do Mar do Norte desde os anos 70. Temos muito o que compartilhar. A experiência no Mar do Norte é utilizada em vários lugares no mundo, inclusive aqui no Brasil. Para as empresas é um grande negócio. O governo britânico, por exemplo, tem estimulado os investimentos da cadeia de fornecedores dessa área, quase como que prioritários”, explicou.

“A Petrobras não tem descomissionado muitas unidades, pois temos buscado a estratégia de aproveitá-las, por exemplo, como hubs para outras plataformas”, comentou a gerente geral de instalações de produção, manutenção e inspeção da Petrobras, Cristina Duarte Pinho. “De 1970 a 2000, apenas sete unidades foram movidas para outros campos ou transformadas em sucata. Enquanto, desde 1990, apenas quatro semi-subs tiveram o mesmo destino”, explicou.

Segundo Cristina, a Petrobras tem preparado um plano de trabalho para garantir a modernização e aproveitar ao máximo as unidades., ,, ,, ,, ,

Fonte: Da redação
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