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Evento

Seminário discute a segurança do meio ambiente marinho

25/11/2011 | 10h09
A 8ª edição do Seminário sobre Meio Ambiente Marinho, realizado ontem na Universidade Petrobras, no Rio de Janeiro, teve como pano de fundo as novas tecnologias que estão sendo desenvolvidas para garantir cada vez mais segurança à exploração de petróleo cada vez e ao ambiente marinho. O evento segue até hoje.
 
Durante a mesa de abertura, Segen Estefen, da Coppe/UFRJ afirmou que pequenos vazamentos vão sempre ocorrer e por isso, a indústria tem que agir rápido, com novos equipamentos para que os danos ao meio ambiente sejam os menores possíveis.
 
No primeiro painel, sobre tecnologias para navios ecológicos, o diretor da DNV, Sérgio Garcia, falou sobre as novidades que estão sendo projetadas para reduzir o impacto ambiental dos navios no ambiente marinho. Uma das opções apresentadas foi o uso de Gás Natural Liquefeito (GNL) como combustível para as embarcações, diminuindo em até 25% o nível de CO2 liberados no meio ambiente.
 
Segundo Sérgio, o GNL é economicamente viável, mas a falta de infraestrutura tanto no Brasil, quanto no exterior, dificulta uma implantação maior desse combustível, que já abastece mais de 20 navios no mundo. Um que está sendo projetado é o Buque Bus, que ligará Buenos Aires à Montevidéu, e que deverá entrar em operação em 2012.
 
Já a empresa STXOSV possui um projeto de navio com uma proa chamada de Eco-Drive, onde a proa é desenhada para a navegação ser mais inteligente, de acordo com o tamanho das ondas, fazendo o navio usar sua energia de forma mais eficiente. A empresa ganhou a concorrência e irá construir em seu estaleiro oito embarcações de GLP para a Transpetro.
 
Outro tema que também foi abordado foi o gerenciamento de resíduos offshore. Pedro Botafogo, diretor da Selig Ambiental, disse que a destinação correta de cada resíduo gerado é fundamental para a segurança do ambiente em alto mar. Além disso, a permanência de um analista ambiental embarcado é muito importante para a adequação das embarcações às conformidades do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).


Fonte: Redação
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