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Evento

Seminário debate os desafios da energia no Brasil

07/10/2013 | 11h21

 

O Grupo de Economia da Energia (GEE) do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ realiza nos dias 7 e 8 de outubro o Seminário GEE: Desafios da Energia no Brasil, no Centro de Convenções da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. O fórum de debates acontece num momento de incertezas em relação aos rumos da economia mundial. Nesse contexto serão apresentadas as diversas visões sobre os desafios da política energética nacional. Durante dois dias estarão na pauta de discussões os segmentos que compõem o setor de energia — indústrias de petróleo e gás natural, indústria de biocombustível e setor elétrico. 
O Seminário abre no dia 7 de outubro com a mesa ‘Tendências e Dilemas do Cenário Energético Internacional’. A palestra será do pesquisador do GEE e especialista em política energética internacional Ronaldo Bicalho. Os debatedores serão o diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis - ANP Helder Queiroz; o presidente da Empresa de Pesquisa Energética – EPE, Maurício Tolmasquim (a confirmar); e o diretor de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios para o Brasil da Shell, Flavio Ofugi Rodrigues. Edmar Almeida, diretor de Pesquisa do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do GEE, será o moderador. 
As demais mesas do dia 7 de outubro terão os temas ‘Setor Elétrico Brasileiro: a Transição Necessária’ e ‘A Indústria de Gás Natural no Brasil: os desafios da Criação de um Novo Modelo’. No dia 8 de outubro os temas serão ‘Desafios do Crescimento da Produção de Petróleo no Brasil’; ‘Mercado de Combustíveis: a reforma necessária’; e ‘Dilemas da oferta de biocombustíveis e o futuro da indústria baseada em biomassa’. 
“Decisões sobre políticas energéticas demandam debates com visões diversificadas. Acredito que somente a academia pode reunir com isenção, na mesma mesa, os posicionamentos dos vários agentes que atuam no setor de energia. O Seminário realizado pelo Grupo de Economia da Energia quer levar aos investidores, executivos e gestores informações relevantes que poderão auxiliá-los nas decisões estratégicas de suas empresas. Os negócios nesse mercado mobilizam expressivos recursos financeiros, cujas destinações dependem das decisões que ocorrem no âmbito das políticas energéticas”, explica Renato Queiroz, pesquisador do GEE e coordenador do Seminário.
A expectativa é de que o evento se torne anual, alcance grande relevância no mercado e se consolide como um espaço qualificado para debater o contexto energético do Brasil, em todos os seus segmentos.  Além das mesas com palestras e exposições de ideias, a programação contempla também duas mesas somente de debates, ao final de cada dia: ‘Os Desafios da Matriz Energética Brasileira’ (7 de outubro) e ‘Os Desafios da Petrobras no Cenário Econômico e Energético Nacional’ (8 de outubro). Outro tema que terá peso no Seminário é a bioeconomia. A mesa que trata da indústria baseada em biomassa, por exemplo, estabelecerá um diálogo entre os desafios do presente e a agenda do futuro. 

O Grupo de Economia da Energia (GEE) do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ realiza hoje (7) e amanhã (8), o Seminário GEE: Desafios da Energia no Brasil, no Centro de Convenções da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. O fórum de debates acontece num momento de incertezas em relação aos rumos da economia mundial. Nesse contexto serão apresentadas as diversas visões sobre os desafios da política energética nacional. Durante dois dias estarão na pauta de discussões os segmentos que compõem o setor de energia — indústrias de petróleo e gás natural, indústria de biocombustível e setor elétrico. 


O Seminário abre no dia 7 de outubro com a mesa ‘Tendências e Dilemas do Cenário Energético Internacional’. A palestra será do pesquisador do GEE e especialista em política energética internacional Ronaldo Bicalho. Os debatedores serão o diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis - ANP Helder Queiroz; o presidente da Empresa de Pesquisa Energética – EPE, Maurício Tolmasquim (a confirmar); e o diretor de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios para o Brasil da Shell, Flavio Ofugi Rodrigues. Edmar Almeida, diretor de Pesquisa do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do GEE, será o moderador. 


As demais mesas do dia 7 de outubro terão os temas ‘Setor Elétrico Brasileiro: a Transição Necessária’ e ‘A Indústria de Gás Natural no Brasil: os desafios da Criação de um Novo Modelo’. No dia 8 de outubro os temas serão ‘Desafios do Crescimento da Produção de Petróleo no Brasil’; ‘Mercado de Combustíveis: a reforma necessária’; e ‘Dilemas da oferta de biocombustíveis e o futuro da indústria baseada em biomassa’. 


“Decisões sobre políticas energéticas demandam debates com visões diversificadas. Acredito que somente a academia pode reunir com isenção, na mesma mesa, os posicionamentos dos vários agentes que atuam no setor de energia. O Seminário realizado pelo Grupo de Economia da Energia quer levar aos investidores, executivos e gestores informações relevantes que poderão auxiliá-los nas decisões estratégicas de suas empresas. Os negócios nesse mercado mobilizam expressivos recursos financeiros, cujas destinações dependem das decisões que ocorrem no âmbito das políticas energéticas”, explica Renato Queiroz, pesquisador do GEE e coordenador do Seminário.


A expectativa é de que o evento se torne anual, alcance grande relevância no mercado e se consolide como um espaço qualificado para debater o contexto energético do Brasil, em todos os seus segmentos. Além das mesas com palestras e exposições de ideias, a programação contempla também duas mesas somente de debates, ao final de cada dia: ‘Os Desafios da Matriz Energética Brasileira’ (7 de outubro) e ‘Os Desafios da Petrobras no Cenário Econômico e Energético Nacional’ (8 de outubro). Outro tema que terá peso no Seminário é a bioeconomia. A mesa que trata da indústria baseada em biomassa, por exemplo, estabelecerá um diálogo entre os desafios do presente e a agenda do futuro. 



Fonte: Redação TN Petróleo
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