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Tecnologia

Seminário debate a inovação na indústria

25/04/2013 | 14h48

 

O "Seminário sobre Inovação e Tecnologia", realizado ontem pela Associação dos analistas e  Profissionais de Investimento  do Mercado de Capitais (Apimec) no Rio de Janeiro, foi reservado para debates e apresentações de inovações em diversos setores, entre eles Petróleo e Gás. 
Helena Tenório, chefe do departamento de Inovação do BNDES, mostrou os programas do banco de desenvolvimento voltados para o incentivo a projetos que tem como foco elevar a produtividade e a competitividade da economia através da inovação e da tecnologia. 
Segundo ela, o banco irá desembolsar R$32,9 bilhões em apoio a projetos inovadores entre 2013 e 2014. O setor de petróleo e gás terá R$4,1 bilhões e o de energia R$5,7 bi. Tecnologias ligadas ao pré-sal e de engenharia de produtos e processo são o ponto de partida para a liberação dos recursos. Helena adiantou que será lançado um edital para inovação no segmento de gás não-convencional, o gás de xisto. 
Orlando José Soares Ribeiro, gerente de P&D em Engenharia de Produção do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) mostrou as estratégias de inovação da companhia, que busca sempre extender suas tecnologias e criar novas soluções para o mercado de exploração e produção de óleo e gás. 
Ele afimou que a ideia da companhia é sempre expandir os limites da indústria e diversificar os produtos existentes no mercado. 
"O grande problema da inovação hoje está mais nos recursos humanos do que nos recursos financeiros", afirmou. 
Segundo Orlando, a aproximação das universidades com grandes empresas é uma forma de inovação aberta, onde todos contribuem e todos ganham, na criação de novas tecnologias para o setor. 
Com mais de mil pesquisadores trabalhando nos laboratórios do Cenpes, o gerente da Petrobras lembrou algumas das tecnologias desenvolvidas em parceria com outras empresas, como o separador de água e óleo da FMC. Hoje, a companhia investe 1% do seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento. 
"Estamos trabalhando hoje para que no futuro se faça perfuração sem risers ou perfuração a laser, uso de nanopartículas e distribuição de energia submarina", finalizou. 

O "Seminário sobre Inovação e Tecnologia", realizado ontem pela Associação dos analistas e  Profissionais de Investimento  do Mercado de Capitais (Apimec) no Rio de Janeiro, foi reservado para debates e apresentações de inovações em diversos setores, entre eles Petróleo e Gás. 


Helena Tenório, chefe do departamento de Inovação do BNDES, mostrou os programas do banco de desenvolvimento voltados para o incentivo a projetos que tem como foco elevar a produtividade e a competitividade da economia através da inovação e da tecnologia. 


Segundo ela, o banco irá desembolsar R$32,9 bilhões em apoio a projetos inovadores entre 2013 e 2014. O setor de petróleo e gás terá R$4,1 bilhões e o de energia R$5,7 bi. Tecnologias ligadas ao pré-sal e de engenharia de produtos e processo são o ponto de partida para a liberação dos recursos. Helena adiantou que será lançado um edital para inovação no segmento de gás não-convencional, o gás de xisto. 


Orlando José Soares Ribeiro, gerente de P&D em Engenharia de Produção do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) mostrou as estratégias de inovação da companhia, que busca sempre extender suas tecnologias e criar novas soluções para o mercado de exploração e produção de óleo e gás. Ele afimou que a ideia da companhia é sempre expandir os limites da indústria e diversificar os produtos existentes no mercado. 


"O grande problema da inovação hoje está mais nos recursos humanos do que nos recursos financeiros", afirmou. Segundo Orlando, a aproximação das universidades com grandes empresas é uma forma de inovação aberta, onde todos contribuem e todos ganham, na criação de novas tecnologias para o setor. 


Com mais de mil pesquisadores trabalhando nos laboratórios do Cenpes, o gerente da Petrobras lembrou algumas das tecnologias desenvolvidas em parceria com outras empresas, como o separador de água e óleo da FMC. Hoje, a companhia investe 1% do seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento. 


"Estamos trabalhando hoje para que no futuro se faça perfuração sem risers ou perfuração a laser, uso de nanopartículas e distribuição de energia submarina", finalizou. 

 



Fonte: Revista TN Petróleo/ Rodrigo Miguez
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