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Internacional

Sem ministro, Ahmadinejad controlará setor de petróleo do Irã

17/05/2011 | 09h31
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, disse no domingo (15), que será o guardião do Ministério do Petróleo, depois de dispensar o titular da pasta e fundi-la com o Ministério da Energia. O uso da palavra "guardião" sugere que a tarefa de Ahmadinejad no cargo pode ser apenas temporária.


A falta de clareza sobre quem ficará responsável pelo setor mais estratégico do Irã a longo prazo só aumenta os problemas já existentes, como as sanções e o programa de corte de subsídios para energia. Com o consenso do governo e do Parlamento sobre a fusão do Ministério do Petróleo, "por enquanto, sou o guardião do Ministério do Petróleo", disse Ahmadinejad no comentário televisionado publicado em seu site.


O ministro do Petróleo, Masoud Mirkazemi, visto como partidário do presidente, foi demitido neste fim de semana, assim como outros dois ministros importantes. "Uma vez que se decidiu diminuir o ministério, não é mais possível salvaguardar os interesses individuais, não importa o quão próximos de mim eles sejam ", disse Ahmadinejad. "Portanto, o interesse de indivíduos deve ser sacrificado pelo país, pela revolução e seus ideais. Talvez um funcionário esteja em seu posto hoje, mas pode não estar amanhã".


Também foram dispensados os ministros da Previdência Social, Sadeq Mahsouli, e da Indústria, Ali Akbar Mehrabian. Uma recente lei aprovada pelo Parlamento iraniano determina que Ahmadinejad diminua seu gabinete de 21 para 17 ministros.


A demissão do ministro do Petróleo desencadeou especulações sobre quem será o novo presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), cargo que pertence hoje ao Irã. Nos comentários, Ahmadinejad disse: "A presidência do Irã na Opep é uma posição legal e não depende de um indivíduo. As coisas mencionadas por indivíduos são periféricas e sem importância".


Alguns funcionários do governo disseram anteriormente que o atual ministro da Energia, Majid Namjou, poderia tomar a frente da fusão ministerial. No entanto, legisladores disseram que teriam que aprovar a nomeação e que Namjou quase não conseguiu evitar um impeachment no Parlamento em março.


Fonte: Redação/ Agências
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