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Energia

Segunda turbina da UTE Parnaíba I inicia operação comercial

20/02/2013 | 10h52
Segunda turbina da UTE Parnaíba I inicia operação comercial
Complexo Termelétrico Parnaíba MA. MPX Complexo Termelétrico Parnaíba MA. MPX

 

A Usina Termelétrica Parnaíba I, no Maranhão, recebeu autorização, nesta quarta-feira (20), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para iniciar a operação comercial da segunda turbina, com capacidade instalada de 169 MW. Parnaíba I tem capacidade instalada total de 676 MW, composta por quatro turbinas a gás de 169 MW cada.
O equipamento começou a fornecer energia ao Sistema Interligado Nacional (SIN) em 8 de fevereiro de 2013, em caráter de testes, tendo gerado aproximadamente 40 mil MWh neste período. Com a aprovação da Declaração de Operação Comercial (DOC) da segunda turbina, a planta passa a suprir 225 MW médios para distribuidoras de energia, sendo remunerada segundo os termos do Contrato de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEAR) assegurado no leilão de energia A-5 de 2008.
O empreendimento, uma parceria 70/30 entre a MPX e a Petra Energia S.A., comercializou 450 MW médios, por um período de 15 anos. O contrato garante uma receita anual mínima total de R$ 421,2 milhões (base: outubro de 2012), indexada ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IBGE) e, adicionalmente, uma receita variável destinada a cobrir os custos (combustível, operação e manutenção) incorridos quando a planta for despachada pelo Operador Nacional do Sistema (ONS).

A Usina Termelétrica Parnaíba I, no Maranhão, recebeu autorização, nesta quarta-feira (20), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para iniciar a operação comercial da segunda turbina, com capacidade instalada de 169 MW. Parnaíba I tem capacidade instalada total de 676 MW, composta por quatro turbinas a gás de 169 MW cada.


O equipamento começou a fornecer energia ao Sistema Interligado Nacional (SIN) em 8 de fevereiro de 2013, em caráter de testes, tendo gerado aproximadamente 40 mil MWh neste período. Com a aprovação da Declaração de Operação Comercial (DOC) da segunda turbina, a planta passa a suprir 225 MW médios para distribuidoras de energia, sendo remunerada segundo os termos do Contrato de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEAR) assegurado no leilão de energia A-5 de 2008.


O empreendimento, uma parceria 70/30 entre a MPX e a Petra Energia S.A., comercializou 450 MW médios, por um período de 15 anos. O contrato garante uma receita anual mínima total de R$ 421,2 milhões (base: outubro de 2012), indexada ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IBGE) e, adicionalmente, uma receita variável destinada a cobrir os custos (combustível, operação e manutenção) incorridos quando a planta for despachada pelo Operador Nacional do Sistema (ONS).



Fonte: Redação
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