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Negócios

Schneider faz oferta por Telvent

02/06/2011 | 10h35
A Schneider Electric está propondo o pagamento de US$ 2 bilhões para aumentar sua presença no mercado de "smart grid" (fornecimento de energia elétrica com uso de tecnologia digital) com uma oferta pela Telvent, empresa espanhola de serviços e softwares.
 

O anúncio ocorre duas semanas depois de o presidente-executivo do grupo francês de equipamentos elétricos, Jean-Pascal Tricoire, negar a intenção da Schneider em fazer uma grande aquisição este ano, em parte para acabar com as especulações sobre uma proposta de US$ 30 bilhões pela Tyco International dos Estados Unidos.
 

A Telvent é forte na América do Norte, onde conseguiu 35% de sua receita de € 753 milhões no ano passado, e reforçaria a presença da Schneider na América Latina. Tricoire disse que a experiência da Telvent em soluções de gerenciamento em tempo real de infraestruturas críticas se encaixaria bem à experiência que a Schneider tem com dispositivos de campo e gerenciamento de operações. A empresa também "proporciona uma base de clientes complementar e cobertura geográfica", diz.
 

A Schneider está oferecendo US$ 40 por ação em dinheiro (um ágio de 36% sobre o preço médio da ação da Telvent nos últimos três meses, o que avalia a companhia em US$ 2 bilhões), além de assumir as dívidas. O grupo francês diz ter recursos próprios para financiar o negócio e que a aquisição reforçará os lucros da Schneider.
 

O maior acionista da Telvent, o grupo espanhol de energias alternativas e serviços ambientais Abengoa, concordou em vender sua participação de 40% (proposta sujeita à aprovação das autoridades reguladoras). A Abengoa disse que vai usar os recursos da venda para reduzir seu endividamento de € 5,28 bilhões.
 

Analistas receberam bem o anúncio, aliviados com a menor possibilidade da Schneider tentar adquirir a Tyco. O grupo francês vem sendo um comprador determinado desde 2010, quando juntou-se à fabricante de turbinas Alstom para comprar a operação de transmissão e distribuição do grupo nuclear francês Areva por € 4 bilhões.


Fonte: Valor Econômico
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