acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Licitação

SBM Offshore é convidada pela Petrobras para participar de licitações em Libra e Sérpia

28/09/2015 | 16h48
SBM Offshore é convidada pela Petrobras para participar de licitações em Libra e Sérpia
SBM Offshore SBM Offshore

 

A Petrobras reabilitou a holandesa SBM Offshore a participar de suas licitações e enviou um convite para que a empresa entre nas concorrências de afretamento dos FPSOs de Libra e de Sépia.
A SBM possui atualmente US$ 22 bilhões em contratos com a Petrobras e admitiu ter pago US$ 139 milhões em propinas no país. No entanto, a empresa – que é uma das maiores fabricantes de plataformas de petróleo do mundo - aceitou indenizar a Petrobras em US$ 1,7 bilhão após ter confessado o pagamento de propina em troca de contratos. 
A SBM enfrenta dificuldades em obter um acordo de leniência com o governo devido a um impasse entre a CGU (Controladoria Geral da União) e o Ministério Público Federal. O MPF questiona a legitimidade da CGU em fazer esse tipo de pacto, o que paralisou as negociações. Entretanto, retomada das negociações com a Petrobras é importante para fomentar a competitividade e concorrência.

A Petrobras reabilitou a holandesa SBM Offshore a participar de suas licitações e enviou um convite para que a empresa entre nas concorrências de afretamento dos FPSOs de Libra e de Sépia (NE de Tupi). A SBM possui atualmente US$ 22 bilhões em contratos com a Petrobras e admitiu ter pago US$ 139 milhões em propinas no país. No entanto, a empresa – que é uma das maiores fabricantes de plataformas de petróleo do mundo - aceitou indenizar a Petrobras em US$ 1,7 bilhão após ter confessado o pagamento de propina em troca de contratos. 

A SBM enfrenta dificuldades em obter um acordo de leniência com o governo devido a um impasse entre a CGU (Controladoria Geral da União) e o Ministério Público Federal. O MPF questiona a legitimidade da CGU em fazer esse tipo de pacto, o que paralisou as negociações. Entretanto, a retomada das negociações com a estatal brasileira é importante para fomentar a competitividade e concorrência na indústria de óleo e gas brasileira, combalida pelos efeitos da Lava Jato e a queda do preço do barril.



Fonte: Redação/Assessoria
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar