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Empresas

SBM desiste de nova licitação da Petrobras

10/03/2014 | 10h13

 

A holandesa SBM Offshore suspendeu a participação na licitação da Petrobras para afretamento de uma plataforma flutuante para os campos de Tartaruga Verde e Tartaruga Mestiça, na Bacia de Campos, segundo fontes do setor. O movimento foi um primeiro efeito das investigações internas conduzidas pela Petrobras sobre as denúncias de recebimento de propina por funcionários da estatal para fechar negócios com a SBM.
Um contrato do gênero não costuma custar menos de US$ 1 bilhão e pode chegar perto de US$ 2 bilhões, dependendo das especificações. A plataforma é a próxima na linha de contratações da petroleira, com capacidade para produzir até 150 mil barris por dia e previsão para entrar em funcionamento em 2017. O prazo de afretamento foi aberto para 20 anos, com possibilidade de prorrogação por mais 20.
A SBM havia feito cotações de mercado para participar da disputa junto com a Queiroz Galvão, com quem a holandesa detém outras parcerias no afretamento de plataformas para a Petrobras. A petroleira abriu no mês passado uma investigação interna, com prazo de 30 dias, para apurar as denúncias feitas na Europa por um ex-funcionário da SBM.
De acordo com as denúncias, os contratos eram fechados com o intermédio do representante comercial da SBM no Brasil Julio Faerman e empresas ligadas ao empresário. Ele cobraria 3% para fechar os negócios, ficando com 1% e repassando 2% a funcionários da companhia.
A SBM já publicou em relatório anual em 2012 de ter ficado "ciente de certas práticas envolvendo terceiros que podem ter sido impróprias". Faerman foi afastado da representação da companhia, função que desempenhou por mais de uma década. "A companhia também tomou as medidas necessárias para encerrar tais práticas", disse, em relatório a acionistas em 2012.

A holandesa SBM Offshore suspendeu a participação na licitação da Petrobras para afretamento de uma plataforma flutuante para os campos de Tartaruga Verde e Tartaruga Mestiça, na Bacia de Campos, segundo fontes do setor. O movimento foi um primeiro efeito das investigações internas conduzidas pela Petrobras sobre as denúncias de recebimento de propina por funcionários da estatal para fechar negócios com a SBM.

Um contrato do gênero não costuma custar menos de US$ 1 bilhão e pode chegar perto de US$ 2 bilhões, dependendo das especificações. A plataforma é a próxima na linha de contratações da petroleira, com capacidade para produzir até 150 mil barris por dia e previsão para entrar em funcionamento em 2017. O prazo de afretamento foi aberto para 20 anos, com possibilidade de prorrogação por mais 20.

A SBM havia feito cotações de mercado para participar da disputa junto com a Queiroz Galvão, com quem a holandesa detém outras parcerias no afretamento de plataformas para a Petrobras. A petroleira abriu no mês passado uma investigação interna, com prazo de 30 dias, para apurar as denúncias feitas na Europa por um ex-funcionário da SBM.

De acordo com as denúncias, os contratos eram fechados com o intermédio do representante comercial da SBM no Brasil Julio Faerman e empresas ligadas ao empresário. Ele cobraria 3% para fechar os negócios, ficando com 1% e repassando 2% a funcionários da companhia.

A SBM já publicou em relatório anual em 2012 de ter ficado "ciente de certas práticas envolvendo terceiros que podem ter sido impróprias". Faerman foi afastado da representação da companhia, função que desempenhou por mais de uma década. "A companhia também tomou as medidas necessárias para encerrar tais práticas", disse, em relatório a acionistas em 2012.

 



Fonte: Agência Estado
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