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Energia alternativa

Santander inicia sua geração eólica no país

21/11/2012 | 12h40

 

Santander inicia sua geração eólica no país
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Energias alternativas
QUA, 21 DE NOVEMBRO DE 2012 08:47
O Santander inaugura em dezembro, no Ceará, o primeiro dos dez parques eólicos nos quais possui participação acionária no Brasil. A instituição financeira espanhola, único banco que investe diretamente em projetos de geração de energia a partir do vento no mercado brasileiro, pretende expandir sua atuação no setor, com a oferta de novos projetos nos próximos leilões do governo, em sociedade com outros empreendedores.
"O mercado ainda continua atrativo no Brasil", afirma Luis Eduardo Rangel de Paula, chefe de "asset and capital structuring", área subordinada à divisão de "global branding & markets" (GBM), que responde pelos investimentos do banco em parques eólicos. "A nossa intenção não é ser o operador dos projetos, mas viabilizar a construção dos parques", diz Eduardo Borges, diretor da divisão GBM no Brasil. Na Espanha, o Santander tambem é um dos maiores investidores em energia eólica.
Hoje, o Santander controla ou é sócio de três complexos que estão em construção no Nordeste e no Rio Grande do Sul e que reúnem dez parques eólicos. Juntos, esses complexos terão capacidade para gerar 226 MW quando estiverem construídos, entre 2014 e 2015.
O Santander não revela quanto investiu no setor. Estima-se que a construção de um parque eólico custe em torno de R$ 4 milhões por MW instalado. Se considerada essa projeção, os parques nos quais o banco possui participação vão consumir investimentos de R$ 900 milhões. No entanto, uma boa parte desse valor virá de empréstimos do BNDES, que financia até 70% do capital investido nos projetos.
O primeiro complexo do banco espanhol, que é composto por quatro parques eólicos, está sendo construído no Ceará e no Rio Grande do Norte em sociedade com o grupo português Martifer e terá capacidade instalada de 94 MW. Neste caso, o Santander possui 50% do projeto, cuja energia foi vendida no leilão realizado em 2009.
O segundo complexo, de três parques eólicos, foi a leilão em 2010 e está sendo construído no Rio Grande do Sul. O Santander possui 100% de participação no empreendimento, que terá uma capacidade instalada de 64 MW e deve estar concluído em 2013.
O banco espanhol detém ainda 50% de participação em um complexo de três parques eólicos no Ceará e que está sendo construído em sociedade com o grupo espanhol Abengoa. O empreendimento, de 68 MW, foi a leilão em 2011 e deve estar concluído em 2014.
O objetivo do banco, afirma Borges, não é ser um apenas assessor financeiro passivo, mas agregar conhecimento aos projetos. Só na subsidiária brasileira, cerca de 40 pessoas estão envolvidas com os empreendimentos eólicos. Além dos atuais parques em construção, o Santander também ajudou a desenvolver outros projetos, mas já vendeu sua participação nesses empreendimentos.

O Santander inaugura em dezembro, no Ceará, o primeiro dos dez parques eólicos nos quais possui participação acionária no Brasil. A instituição financeira espanhola, único banco que investe diretamente em projetos de geração de energia a partir do vento no mercado brasileiro, pretende expandir sua atuação no setor, com a oferta de novos projetos nos próximos leilões do governo, em sociedade com outros empreendedores.


"O mercado ainda continua atrativo no Brasil", afirma Luis Eduardo Rangel de Paula, chefe de "asset and capital structuring", área subordinada à divisão de "global branding & markets" (GBM), que responde pelos investimentos do banco em parques eólicos. "A nossa intenção não é ser o operador dos projetos, mas viabilizar a construção dos parques", diz Eduardo Borges, diretor da divisão GBM no Brasil. Na Espanha, o Santander tambem é um dos maiores investidores em energia eólica.


Hoje, o Santander controla ou é sócio de três complexos que estão em construção no Nordeste e no Rio Grande do Sul e que reúnem dez parques eólicos. Juntos, esses complexos terão capacidade para gerar 226 MW quando estiverem construídos, entre 2014 e 2015.


O Santander não revela quanto investiu no setor. Estima-se que a construção de um parque eólico custe em torno de R$ 4 milhões por MW instalado. Se considerada essa projeção, os parques nos quais o banco possui participação vão consumir investimentos de R$ 900 milhões. No entanto, uma boa parte desse valor virá de empréstimos do BNDES, que financia até 70% do capital investido nos projetos.


O primeiro complexo do banco espanhol, que é composto por quatro parques eólicos, está sendo construído no Ceará e no Rio Grande do Norte em sociedade com o grupo português Martifer e terá capacidade instalada de 94 MW. Neste caso, o Santander possui 50% do projeto, cuja energia foi vendida no leilão realizado em 2009.


O segundo complexo, de três parques eólicos, foi a leilão em 2010 e está sendo construído no Rio Grande do Sul. O Santander possui 100% de participação no empreendimento, que terá uma capacidade instalada de 64 MW e deve estar concluído em 2013.


O banco espanhol detém ainda 50% de participação em um complexo de três parques eólicos no Ceará e que está sendo construído em sociedade com o grupo espanhol Abengoa. O empreendimento, de 68 MW, foi a leilão em 2011 e deve estar concluído em 2014.


O objetivo do banco, afirma Borges, não é ser um apenas assessor financeiro passivo, mas agregar conhecimento aos projetos. Só na subsidiária brasileira, cerca de 40 pessoas estão envolvidas com os empreendimentos eólicos. Além dos atuais parques em construção, o Santander também ajudou a desenvolver outros projetos, mas já vendeu sua participação nesses empreendimentos.

 



Fonte: Valor Econômico
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