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Infraestrutura

Santa Catarina tem a maior expansão de rede de gás do Brasil

06/05/2013 | 11h53

 

O Projeto Serra Catarinense, que teve os contratos de construção e montagem de sua terceira fase de implantação assinada no dia 11 de abril em Rio do Sul (SC), é o maior em expansão e interiorização de Rede de Distribuição de Gás Natural (RDGN) em execução no Brasil. Serão construídos ao todo 230 km de rede nos 16 municípios por onde a tubulação passará, com investimentos na ordem de R$ 200 milhões.
Além das grandes proporções da obra, as condições geomorfológicas da região são um grande desafio para as equipes de engenharia da SCGÁS (Companhia de Gás de Santa Catarina), como afirma José Augusto de Oliveira da Diretoria Técnico-comercial. José Augusto salienta que esta é uma obra de grande complexidade devido à grande incidência de rochas ao longo do traçado onde será implantado o gasoduto. “Destacam-se as travessias por furo direcional (sem abertura de valas) dos Rios Itajaí-Açu e Hercílio, ambas em solo rochoso, numa extensão aproximada de 700 metros e o assentamento de tubulação em vala escavada no solo rochoso ao longo da rodovia BR-470”, explica.
O gasoduto será executado com tubulação de aço carbono de alta resistência com diâmetro de 12 polegadas. A tubulação será revestida externamente com polietileno em tripla camada para protegê-la contra corrosão provocada pelo contato com o solo. O fornecimento destes tubos será realizado pela empresa catarinense Tuper, de São Bento do Sul, que recentemente estruturou uma unidade especialmente voltada para atender aos requisitos de produção de tubos para empreendimentos de óleo e gás.
Quando implantada, a rede de gás poderá proporcionar maior potencial de atração de investimentos para a região serrana, como ressaltou o governador de Santa Catarina João Raimundo Colombo. “As regiões que estão crescendo são aquelas com competitividade. O custo da energia hoje é um grave problema para a produção brasileira. A região que não tiver gás fica marginalizada”, explicou Colombo.
O presidente da SCGÁS, Cósme Polêse, destaca o esforço da companhia para acelerar este projeto. “Chegamos à terceira fase antes do planejado e pretendemos também acelerar as demais fases, para que enfim a Serra Catarinense conte com essa ferramenta de desenvolvimento que é o gás”, afirmou.

O Projeto Serra Catarinense, que teve os contratos de construção e montagem de sua terceira fase de implantação assinada no dia 11 de abril em Rio do Sul (SC), é o maior em expansão e interiorização de Rede de Distribuição de Gás Natural (RDGN) em execução no Brasil. Serão construídos ao todo 230 km de rede nos 16 municípios por onde a tubulação passará, com investimentos na ordem de R$ 200 milhões.


Além das grandes proporções da obra, as condições geomorfológicas da região são um grande desafio para as equipes de engenharia da SCGÁS (Companhia de Gás de Santa Catarina), como afirma José Augusto de Oliveira da Diretoria Técnico-comercial. José Augusto salienta que esta é uma obra de grande complexidade devido à grande incidência de rochas ao longo do traçado onde será implantado o gasoduto. “Destacam-se as travessias por furo direcional (sem abertura de valas) dos Rios Itajaí-Açu e Hercílio, ambas em solo rochoso, numa extensão aproximada de 700 metros e o assentamento de tubulação em vala escavada no solo rochoso ao longo da rodovia BR-470”, explica.


O gasoduto será executado com tubulação de aço carbono de alta resistência com diâmetro de 12 polegadas. A tubulação será revestida externamente com polietileno em tripla camada para protegê-la contra corrosão provocada pelo contato com o solo. O fornecimento destes tubos será realizado pela empresa catarinense Tuper, de São Bento do Sul, que recentemente estruturou uma unidade especialmente voltada para atender aos requisitos de produção de tubos para empreendimentos de óleo e gás.


Quando implantada, a rede de gás poderá proporcionar maior potencial de atração de investimentos para a região serrana, como ressaltou o governador de Santa Catarina João Raimundo Colombo. “As regiões que estão crescendo são aquelas com competitividade. O custo da energia hoje é um grave problema para a produção brasileira. A região que não tiver gás fica marginalizada”, explicou Colombo.


O presidente da SCGÁS, Cósme Polêse, destaca o esforço da companhia para acelerar este projeto. “Chegamos à terceira fase antes do planejado e pretendemos também acelerar as demais fases, para que enfim a Serra Catarinense conte com essa ferramenta de desenvolvimento que é o gás”, afirmou.

 



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação
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