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Internacional

Rússia e Arábia Saudita exaltam diálogo sobre petróleo e Síria

31/05/2017 | 10h02

A Rússia e a Arábia Saudita exaltaram sua crescente parceria em mercados de petróleo e o diálogo sobre a Síria nesta terça-feira, em uma demonstração de que ficaram para trás hostilidades entre os principais produtores globais e principais atores no Oriente Médio.

O presidente russo, Vladimir Putin, elogiou o príncipe Mohammed bin Salman, que cuida da defesa e da energia do reino, ao dar as boas vindas ao possível futuro rei em sua visita ao Kremlin.

Foi o segundo encontro entre os dois homens no último ano, após uma reunião decisiva na China, onde Putin e o príncipe Mohammed mostraram os primeiros sinais de que os dois maiores exportadores de petróleo do mundo poderiam conseguir um acordo para sustentar os preços da commodity.

A Rússia, que não faz parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), chegou a se opor a qualquer redução da produção de petróleo em conjunto com o cartel, onde a Arábia Saudita é líder de fato.

A campanha militar da Rússia na Síria para apoiar o presidente Bashar al-Assad nos últimos dois anos efetivamente colocou o Kremlin em um confronto militar direto com a Arábia Saudita, já que o reino sunita lutou por muito tempo para a remoção de Assad.

Mas a queda do preço do petróleo nos últimos dois anos sobrecarregou os orçamentos de ambos os produtores, o que tornou os cortes mais prováveis, especialmente com a Rússia enfrentando eleições presidenciais no próximo ano e a Arábia Saudita exigindo preços mais altos para bancar reformas econômicas.

"As relações entre a Arábia Saudita e a Rússia estão passando por um dos seus melhores momentos", disse o príncipe Mohammed a Putin. "Temos muitos pontos comuns. No que diz respeito aos nossos desentendimentos, temos um mecanismo claro de como superá-los. Avançamos rapidamente e de forma positiva", acrescentou.

"Nós somos gratos por suas ideias e pelo trabalho conjunto entre a Opep e os países que não são parte do cartel", disse Putin ao príncipe.



Fonte: Reuters, 31/05/2017
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