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Brasil Offshore 2013

Rodada de Negócios gera oportunidades para pequenas e médias empresas

13/06/2013 | 16h17
Rodada de Negócios gera oportunidades para pequenas e médias empresas
TN Petróleo TN Petróleo

 

A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), em parceria com o Sebrae-RJ, deu início ontem (12) a Rodada de Negócios da Brasil Offshore. O encontro visa fomentar negócios no setor de petróleo brasileiro e oferecer às grandes empresas a possibilidade de identificação de alternativas competitivas de fornecimento de bens e serviços no mercado doméstico.
De acordo com o superintendente da Onip, Bruno Musso, a Rodada é sempre uma grande oportunidade para as empresas de pequeno e médio porte.
"O foco é esta interação entre as pequenas e médias, cujos produtos não são demandados diretamente pelas grandes empresas, mas que integram a cadeia de suprimento do setor", explica.  Musso disse ainda que os resultados têm apresentado "uma curva crescente em termos de expectativas de negócios". 
Na edição 2011, a Rodada de Negócios gerou expectativa de cerca R$ 170 milhões em  negócios. Na última edição participaram da rodada 19 empresas âncoras, em 320 encontros entre as âncoras e 78 fornecedores do setor de petróleo e gás.
A edição 2013 da Rodada de Negócios da ONIP, contará com a participação de 23 empresas âncora - grandes companhias do setor de petróleo brasileiro. São elas: Aker Solutions, Akzo Nobel, Arprotec, Asca, Baker Hughes, Cameron, Estaleiro EISA, Estaleiro Mauá, Estaleiro TCE, Forship, G-Comex, IESA, Kongsperg, Mills, Oceaneering Brasil, Petrobras UOBC, Petrobras UOBS, Shell, Shulumberger, Techint, Transpetro, UTC e WEG. 

A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), em parceria com o Sebrae-RJ, deu início ontem (12) a Rodada de Negócios da Brasil Offshore. O encontro visa fomentar negócios no setor de petróleo brasileiro e oferecer às grandes empresas a possibilidade de identificação de alternativas competitivas de fornecimento de bens e serviços no mercado doméstico. De acordo com o superintendente da Onip, Bruno Musso, a Rodada é sempre uma grande oportunidade para as empresas de pequeno e médio porte.

"O foco é esta interação entre as pequenas e médias, cujos produtos não são demandados diretamente pelas grandes empresas, mas que integram a cadeia de suprimento do setor", explica.  Musso disse ainda que os resultados têm apresentado "uma curva crescente em termos de expectativas de negócios". 

O primeiro dia da Rodada de Negócios foi bastante produtivo, com 320 encontros entre as empresas âncoras e fornecedores do setor de petróleo e gás previamente identificados pela ONIP. O número é um recorde já que é igual ao total registrado na última edição da rodada realizada em 2011 – isso em apenas um dia. “A expectativa de negócios depende do número de encontros promovidos nos dois dias do evento, mas pelo visto será bastante positiva. É importante ressaltar, porém, que o mais importante na rodada é a oportunidade que as pequenas empresas têm de encontrar e apresentar seus produtos e serviços para grandes compradores”, afirmou o superintendente da ONIP, Alfredo Renault.

O resultado vem agradando às empresas presentes. A Schlumberger, por exemplo, conheceu potenciais fornecedores e futuros parceiros. “As reuniões nos apresentaram empresas com bom potencial para serem nossos fornecedores. Alguns deles oferecem serviços que são bem limitados no mercado e que podem representar bons negócios no futuro”, disse o especialista em Sourcing da empresa, Orleans Lima.


Na edição 2011, a Rodada de Negócios gerou expectativa de cerca R$ 170 milhões em  negócios. Na última edição participaram da rodada 19 empresas âncoras, em 320 encontros entre as âncoras e 78 fornecedores do setor de petróleo e gás.

A edição 2013 da Rodada de Negócios da ONIP, contará com a participação de 23 empresas âncora - grandes companhias do setor de petróleo brasileiro. São elas: Aker Solutions, Akzo Nobel, Arprotec, Asca, Baker Hughes, Cameron, Estaleiro EISA, Estaleiro Mauá, Estaleiro TCE, Forship, G-Comex, IESA, Kongsperg, Mills, Oceaneering Brasil, Petrobras UOBC, Petrobras UOBS, Shell, Shulumberger, Techint, Transpetro, UTC e WEG. 



Fonte: Redação TN Petróleo/Rodrigo Miguez
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