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Fornecedores

Rodada de Negócios do Petróleo e Gás movimenta R$ 3,5 milhões

20/04/2006 | 00h00

A 2ª Rodada de Negócios do Petróleo e Gás movimentou cerca de R$ 3,5 milhões, volume superior aos R$ 2 milhões gerados em 2005. Nesta edição do evento, realizada em Porto Alegre (RS), no último dia 12 de abril, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), estiveram presentes 172 empresas de 32 municípios, que participaram de 855 reuniões, enquanto em 2005 estes índices envolveram, respectivamente, 110 empreendimentos, 20 cidades e 696 encontros.

A iniciativa foi promovida através do Projeto Estruturante da Cadeia de Petróleo e Gás, desenvolvido pelo Sebrae no Rio Grande do Sul, em parceria com a Rede Petro, Governo do Estado e Refinaria Alberto Pasqualini (Refap).

Outra novidade desta edição, em relação à anterior, é o aumento do número de grandes companhias interessadas em negociar com as micro e pequenas empresas do setor. "No ano passado, contamos apenas com a Refap. Em 2006, também tivemos as presenças do Grupo Quip, Innova, Weatherford e Taurus", avalia o diretor-superintendente do Sebrae no Estado, Derly Fialho.

O aumento do interesse dos empreendedores e grandes indústrias em participar do evento deve-se ao momento do segmento em todo o País, especialmente na Região Sul do Estado, com a construção da plataforma P-53 para a Petrobras e a preparação da instalação do Dique Seco no Rio Grande do Sul. "O ramo está em expansão, e existe uma expectativa de grandes investimentos do governo e o interesse em contratação de mão-de-obra, produtos e serviços nacionais, o que colabora para o desenvolvimento do setor naval no Estado", explica o gestor do programa pelo Sebrae gaúcho, Guilherme Menezes.

O gestor destaca, ainda, que a ação cumpriu seu objetivo de reunir todos os ramos do segmento metalmecânico. "As presenças dos empreendimentos que fabricam máquinas agrícolas, por exemplo, são importantes para que eles tenham a oportunidade de perceber e avaliar alternativas ao mercado agrícola e os benefícios da diversificação de produtos", declara.

Somente a empresa Eletrotec, de Rio Grande, deverá negociar, nos próximos doze meses, cerca de R$ 300 mil com compradores como a Refap e Sulgas. "Há anos, investimos em qualificação e credenciamento, pré-requisitos fundamentais para que possamos atender estas demandas, agora", explica o diretor técnico do empreendimento, Paulo Ricardo Alagia.

Segundo ele, as rodadas de negócios são excelentes oportunidades de acesso a novos mercados. "Gostaríamos, inclusive, que elas fossem realizadas mais vezes, pois ainda temos muitos mercados para buscar", projeta. O estabelecimento deverá prestar serviços elétricos e de manutenção preventiva de alta, média e baixa tensão às companhias com as quais manteve contatos durante o evento.



Fonte: Redação
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