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Tecnologia

Robôs fazem a manutenção de Angra 1

22/09/2011 | 15h41

Dois robôs desenvolvidos pelo Centro de Avaliação Não Destrutiva (Cand) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) estão sendo utilizados pela primeira vez pela estatal Eletronuclear em substituição a seres humanos nos trabalhos de manutenção da usina nuclear Angra 1.

Batizados de Rande e Magneto, os dois equipamentos estão trabalhando ao lado de uma equipe de 1075 profissionais (85 estrangeiros) na parada programada da usina para a troca de um terço do combustível nuclear e para serviços de manutenção em geral. Angra 1, com potência instalada de 657 megawatts (MW) de energia elétrica, foi desligada dia 17 deste mês  e tem retorno ao previsto para 17 de outubro.

O Rande possui câmera pan/tilt com zoom de 300x e está sendo utilizado na inspeção visual do fundo vaso de pressão do reator, enquanto o Magneto está fazendo a inspeção visual da tampa do vaso de pressão à procura e propagação de danos causados pelo elemento químico boro.

Com tamanho reduzido para chegar a locais de difícil acesso, o Magneto possui câmera  pan/tilt que atua a 270° e 360° com proteção radiológica e rodas magnéticas para atuar em superfícies inclinadas.

A PUC-Rio desenvolveu outro Robô para a Eletronuclear, o Brande, destinado a trabalhar junto com a equipe de proteção radiológica. Ele é uma plataforma móvel à qual será acoplado um Contador Geiger para fazer medições em locais com alto índice de radiação. O Brande somente será utilizado na próxima parada da usina.

O Cand, ligado ao Instituto de Energia da universidade carioca, não tem fins lucrativos e tem por objetivo disponibilizar tecnologia para setores industriais que dependam da integridade estrutural das suas instalações, como é o caso das usinas nucleares, e que tenham interesse em estender a vida útil dessas instalações, desde que não coloquem em risco o ambiente e as comunidades vizinhas.



Fonte: Valor Online
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