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Gás Natural

Rio e Minas Gerais planejam gasoduto

03/10/2012 | 15h18

 

Os governos do Rio de Janeiro e de Minas Gerais planejam construir um gasoduto ligando as cidades de Macaé, no norte fluminense, e Ipatinga, no Vale do Rio Doce mineiro. A proposta de construção da linha, que deverá ter 400 quilômetros, já foi encaminhada à Empresa de Pesquisa Energética (EPE) do Ministério de Minas e Energia.
Pela proposta, o gasoduto terá início no distrito de Cabiúnas, em Macaé, onde existe um terminal de processamento de gás natural da Petrobras. O empreendimento poderá ser desenvolvido em parceria com as companhias distribuidoras de gás CEG (do Rio de Janeiro) e Gasmig (de Minas Gerais).
“As duas concessionárias devem operar, cada uma, em sua área de concessão. Se aprovado pela EPE, o projeto será incluído no Plano Decenal de Expansão da Malha Dutoviária, que deverá ser apresentado pelo governo federal no final do ano”, afirmou, por e-mail, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro, Julio Bueno.
Segundo a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro, o projeto deve custar US$ 400 milhões (cerca de R$ 800 milhões). Estima-se que pelo menos 18 indústrias, localizadas em oito municípios, se beneficiem do gás transportado pelo duto. O consumo diário dessas empresas é de cerca de 1,3 milhão de metros cúbicos.
Há ainda 32 mil residências, em 14 cidades, que poderão utilizar o gás fornecido pelo duto. Espera-se também que o uso de gás natural veicular aumente na região.

Os governos do Rio de Janeiro e de Minas Gerais planejam construir um gasoduto ligando as cidades de Macaé, no norte fluminense, e Ipatinga, no Vale do Rio Doce mineiro. A proposta de construção da linha, que deverá ter 400 quilômetros, já foi encaminhada à Empresa de Pesquisa Energética (EPE) do Ministério de Minas e Energia.


Pela proposta, o gasoduto terá início no distrito de Cabiúnas, em Macaé, onde existe um terminal de processamento de gás natural da Petrobras. O empreendimento poderá ser desenvolvido em parceria com as companhias distribuidoras de gás CEG (do Rio de Janeiro) e Gasmig (de Minas Gerais).


“As duas concessionárias devem operar, cada uma, em sua área de concessão. Se aprovado pela EPE, o projeto será incluído no Plano Decenal de Expansão da Malha Dutoviária, que deverá ser apresentado pelo governo federal no final do ano”, afirmou, por e-mail, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro, Julio Bueno.


Segundo a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro, o projeto deve custar US$ 400 milhões (cerca de R$ 800 milhões). Estima-se que pelo menos 18 indústrias, localizadas em oito municípios, se beneficiem do gás transportado pelo duto. O consumo diário dessas empresas é de cerca de 1,3 milhão de metros cúbicos.


Há ainda 32 mil residências, em 14 cidades, que poderão utilizar o gás fornecido pelo duto. Espera-se também que o uso de gás natural veicular aumente na região.

 



Fonte: Agência Brasil
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